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Posts Tagged ‘viver’

::Mineirinha n’Alemanha: Promoção especial de quase 25 anos na Alemanha::

29/10/2017

Ano que vem estarei completando exatos 25 anos na Alemanha, esse acontecimento parece incrível até para mim mesma! É muito chão e muita história pra contar!…

Em comemoração aos 25 anos e ao lançamento do meu novo livrinho (Re)descobrindo Quem é Você, que eu carinhosamente apelidei de RQEV, quero oferecer uma promoção especial, valida somente até o dia 31 de março de 2018, data que completo meus 25 anos de Alemanha: para quem adquirir meu novo livro, gostar e quiser ler também o Mineirinha n’Alemanha, meu primeiro livro, ou quiser presenteá-lo para um amigo, sempre com dedicatória e autógrafo por um preço especial de 10 euros, incluindo o envio pelos Correios dentro da Alemanha, fora da Alemanha a combinar.

Quer se informar mais sobre os assuntos tratados no primeiro livro? É só visitar a seção “Os livros e onde comprar” aqui no blog. Qual é a opinião de quem já leu o livro? Visite a seção “Opiniões dos leitores“.

Eu quero o livro, como proceder? É só entrar em contato comigo, mandando uma comprovação da compra do RQEV, informar pra quem é a dedicatória e após a transferência, o livro é enviado pelos Correios. Corra lá pra garantir o seu, pois o número de livros é limitado, só restam mais alguns exemplares!

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::Eterna dor de expatriado::

16/04/2016

Achei esse poema na internet, cujo título na realidade é “Me perdoem por estar tão longe”, mas tomei a liberdade de intitular este post como “Eterna dor de expatriado”, pois foi esse sentimento, nu e cru, que o poema me passou. E que acho que muitos vão sentir o mesmo…

Poema de Ruth Manus

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Me perdoem por estar tão longe

E por tentar estar presente com tão pouco. 

Venho pedir que me desculpem

Por todos os dias em que eu não estou

Por todos aniversário aos quais eu não vou

Pelas tantas vezes em que a ligação falhou

Por ter que ser tão menos do que realmente sou

 

Venho dizer o quanto sinto

Por todos os almoços em que meu lugar sobra

Por ainda não ter visitado a casa nova

Por não ter ajudado com as coisas da obra

Por tantas vezes colocar o amor de vocês à prova

 

Eu juro que queria

Queria ter ajudado a sarar todas as doenças

Queria poder ser verdadeira presença

Queria segurar aquelas sacolas imensas

Queria fazer massagem nas suas costas tão tensas

 

Venho me desculpar

Por todos os copos de água que eu não busquei

Por toda louça suja que eu não lavei

Por todas as piadas que eu não contei

Por todas as dores que eu não abracei

 

Eu juro que queria

Segurar os cabelos de quem vomitava

Segurar o elevador para quem demorava

Segurar a onda de quem tanto chorava

Segurar as mãos sem precisar dizer nada

 

Me perdoem

Por ser uma imagem na tela do celular

Por ser um áudio que eu nunca termino de gravar

Por ser uma história que nunca dá tempo de contar

Por ser uma ausência com a qual vocês aprenderam a lidar

 

Me desculpem

Pelos tropeços dos quais não ri

Pelos pensamentos que eu não li

Me desculpem

Por saber o quanto minha falta dói por aí

E por não saber fingir

Que ela não dói

Igualmente

Sempre

E tanto

Aqui.

 

::Estudando e trabalhando na Alemanha::

03/11/2015

Veja aqui como conseguir baixar uma brochura do governo alemão sobre estudar e trabalhar na Alemanha, em inglês e em alemão, com informações bastante importantes e atuais para todos os imigrantes que estão chegando aqui na Alemanha. Boa leitura!

::Nova Era – Leitura em Frankfurt::

30/05/2015

::Nova Era::.

Gente, eu me repito. Pelo menos posso afirmar que continuo comigo, sou autêntica naquilo que penso e como vivo. Estou comigo aqui e agora.

A leitura do “Mineirinha n’Alemanha” em Frankfurt foi a mais gratificante de todas as que já tinha feito antes. Fico muito grata à Imbradiva e à TFM pelo convite! Casa cheia, muitas perguntas, muita troca, público interessado e muito interessante. Vieram leitores de Marburg me ver! Fiz novas amizades!  Há presente maior que um livro possa te dar?!? Pra mim não! Escrevo pela troca, pra mim, por mim, pra todos, por todos. Quem quiser, pode ver fotos do evento no Facebook aqui.

Frankfurt foi a primeira cidade que visitei quando vim à Alemanha em 1991. Foi emocionante pisar nos mesmos lugares depois de 24 anos. Saiu até um poeminha, que eu li no começo da leitura do livro na TFM, dia 22/05/15:

Frankfurt (poeminha feito durante meu almoço na Hauptwache em 22/05/15, inspirada pelo saxofone que ouço, misturado a uma violinha clássica vinda do outro lado da praça, inspirada também por Fernando Pessoa. À minha frente, gente do mundo perambulando pela cidade, uma igreja e muito arranha-céu)

 

É uma verdadeira

Torre de Babel

Cheia

De letreiros, de papel

 

Gente

De todo canto

Músicas, sons

Até com espanto

 

Tem chinês,

Brasileiro,

Estrangeiro do Havaí

E até português!

(Se bobear, até um alemão

Vai ser achado por aqui!)

 

Tanta língua

Tanta gente

Velho e novo

Cidade contente

 

Primeira cidade alemã

Que eu conheci

Pena que fico aqui

Só até amanhã!…

::Viver e trabalhar na Alemanha – dicas em português::

14/03/2015

DiaconiaAchei um documento da Diaconia alemã sobre viver e trabalhar na Alemanha, escrito tanto em português como em alemão. Ele lida com temas como o aprendizado do idioma, moradia, trabalho, escola, seguros sociais, cultura e lazer e pode ser baixado como um documento PDF aqui. Em tempo: o mesmo documento existe em 6 outros idiomas, a saber: espanhol, búlgaro, grego, italiano, polonês e romeno.

Segundo informações que constam na página da Diaconia, o documento pode ser solicitado também impresso na Diakonie Rheinland-Westfalen-Lippe, através da Sra. Anke Arend (e-mail: a.arend@diakonie-rwl.de).

::Depoimento de uma portuguesa no abrigo para mulheres na Alemanha – Frauenhaus::

16/03/2014

No dia 11.03.14 fui contactada por uma leitora do blog:

“Sou uma portuguesa a viver na Alemanha e gostaria de lhe dar o meu testemunho da minha vida neste país. Amanhã vou começar a viver num abrigo de mulheres e gostaria de partilhar consigo e com o seu site dado que pouco ou nada encontro na internet sobre testemunhos reais”.

°°
Concordei com a ideia dela e transformei o testemunho em uma entrevista. Vamos a ela:

Por que você quer dividir sua experiência com outras mulheres?

Eu quero escrever para poder guiar as milhares de mulheres que têm receio de dar este passo.

Como foram seus primeiros passos na Alemanha?

Vim para cá e comecei a trabalhar numa empresa de controle de qualidade onde permaneci um ano e meio. Nessa empresa o meu inglês era suficiente. Infelizmente essa empresa fechou e vi-me sem alemão à procura de trabalho. Recebi o seguro-desemprego apenas durante 6 meses.

O que aconteceu durante o tempo em que esteve desempregada?

No decorrer desse período conheci o meu namorado que depois de um mês de namoro me pediu em casamento e como eu aceitei decidimos dar início a uma vida em conjunto. O seguro-desemprego terminou em abril e nós começamos nesse mês a viver juntos. Ele não é alemão mas pertence à União europeia. Trabalhava e continua a trabalhar numa empresa de trabalho temporário (trabalho terceirizado).

O Arbeitsamt (Agentur für Arbeit, depto. de ajuda a desempregados) informou-me entretanto que deixei de obter qualquer tipo d ajuda social e que só poderia reavê-la se encontrasse um Nebenjob (um trabalho além da ajuda social pago por horas, onde o bruto é igual ao salário neto, no máximo 450 euros, chamado de Minijob ou 450,00€-Job). A razão não foi por eu ter meu companheiro a trabalhar mas sim porque disseram que eu tinha necessidade de encontrar esse trabalho para obter novamente ajuda social. Ocorre que sem alemão conseguir arranjar um trabalho foi missão quase impossível.

E como isso influenciou no seu relacionamento com seu marido?

O nosso relacionamento devido a esta situação começou a andar mal. O dinheiro ajuda qualquer relação e nós não o tínhamos. A grande parte do nosso dinheiro ia para o pagamento de aluguel e eletricidade. Os problemas começaram. Descobri que meu companheiro com a aflição de não ter dinheiro começou a jogar em casinos. Ele jogava de forma tão desesperante que gastava e continuava a gastar o que nos restava.

E você conseguiu encontrar um trabalho?

Profissionalmente em setembro encontrei um Nebenjob e assim voltei a receber uma pequeno apoio social, abaixo do valor do Minijob. Comecei a ver uma luz no fim do túnel para meu relacionamento mas logo percebi que nada tinha mudado.

Em dezembro minha chefe me despediu porque alegou que meu alemão não era suficiente. Voltei a viver de ajuda social novamente.

E o que aconteceu no seu relacionamento depois de ficar desempregada pela segunda vez?

Depois de muita briga, com maus tratos físicos e psicológicos, decidi no início de março sair de casa pois sei que ele é viciado em jogo. Talvez já era antes, mas como namoramos pouco tempo não tinha percebido antes.

Comecei então a procurar uma WG (Wohngemeinschaft, um apartamento mobiliado onde cada um tem seu quarto mas divide a sala, cozinha e banheiro – fala-se “WêGê”). Foi assim que percebi que ninguém aluga porque não querem pessoas que vivam de ajuda social. Vi-me à procura de uma luz na internet e foi assim que encontrei o seu site! Frauenhaus (abrigo para mulheres)! Natürlich (claro)!

No começo desta semana visitei a Frauenhaus e contei sobre minha situação. Disseram-me que não tinham vagas mas um dia depois ligaram e disseram que já podia me mudar!

Que bom, e você já começou a estudar alemão?

Sim, desde janeiro deste ano estou fazendo um curso de alemão na AWO (Arbeiterwohlfahrt) apoiado pelo Job Center! Ele vai terminar em julho de 2015. Somos aproximadamente 22 alunos de todos os cantos do mundo: Vietnã, Colômbia, Peru, Itália, Romênia, Bulgária, Marrocos, Kosovo, Grécia, Irã e Turquia. Eu continuo a procura de um emprego, mas sem alemão fica mesmo tudo muito difícil!

E como era para você viver com um viciado em jogos?

Sempre tive muitos problemas com violência doméstica pois meu pai bebia e batia na minha mãe. Aos 19 anos saí de casa pois não aguentava mais ver minha mãe ser maltratada. Saí como saí hoje do meu casamento, somente com minhas roupas e sem um centavo.

Já encontrou uma moral da história pra sua própria história de vida?

Sempre tive bons empregos mas pouca sorte com os homens. Sempre tive queda por homens problemáticos que acabavam quase sempre me traindo.

E quais são as diferenças principais entre Portugal e a Alemanha, na sua opinião?

Portugal vai bem em termos de mentalidade, serviços, tecnologia. Mas agora com a crise os salários caíram pela metade e por isso decidi vir pra cá.
Quanto à burocracia, a única coisa que posso dizer é que tecnologicamente as repartições públicas são mais avançadas. Através de um número o atendente tem acesso a todo o seu histórico e quando alguma coisa modifica, é só inserir os novos dados no computador e pronto.
Aqui neste país tão à frente o processo é tratado como se fosse um novo atendente, como se ele não tivesse nenhuma informação a meu respeito…

(Nota da Mineirinha: a burocracia é proposital para dificultar o processo.)

Quais foram suas primeiras impressões no abrigo de mulheres?

Hoje fui muito bem recebida mas fiquei sabendo que ninguém me ajudará a procurar um apartamento. Eu vou ter que fazer isso sozinha. Meu quarto está equipado, somente necessito da minha roupa. Temos televisão em uma sala, mas não temos internet. É proibida a entrada de homens de mais de 16 anos nas instalações do abrigo e nos jardins que circundam a casa. Isso quer dizer que meu irmão não vai poder vir me visitar aqui.

Como conseguiu encontrar forças para terminar tudo com meu ex-companheiro?

Não sei muito bem! Acho que gosto mais de mim do que dele. Essa é a razão. Quando temos baixa auto-estima é dificil deixar. Sabendo o nosso valor tudo é bem mais fácil. E também porque acredito que um relacionamento tem que ter mais coisas boas do que más e no meu não tinha. Isso quer dizer que não tinha nada bom a que me agarrar.
Por mais mal que uma pessoa esteja, ninguém tem o direito de nos tratar como objeto adquirido. Ninguém pertence a ninguém. Somos todos livres! Ninguém merece nascer de mães escravas! Ninguém quer isso!!

E como vai a procura a um novo emprego?

Fui ao Job Center informar que estava morando no Frauenhaus. Tive dificuldade de explicar o óbvio porque parecia que não me entendiam. Fiquei toda envergonhada e comecei logo a suar de nervoso! Foi difícil tornar claro que acabo de me separar e que agora vivo em um abrigo para mulheres. Todos os documentos que havia preparado há 4 meses não têm mais validade, vou ter que preencher tudo de novo.
Vou receber a partir de agora uma pequena ajuda mensal, abaixo do valor um Minijob, e quando conseguir um apartamento praticamente o valor dobrado se morar dentro da cidade. Fora da cidade o valor é menor.

E o seu ex, já voltou a fazer contato com você?

Sim, ele não pára de me escrever e tenta fazer alguma chantagem psicológica…. Não me toca minimamente porque me lembro de quantas lágrimas eu já derramei sem ter o mínimo apoio dele.

E o que você gostaria de deixar aqui como dica para outras portuguesas e mulheres em geral de língua portuguesa que pensam em vir tentar a vida na Alemanha?

Aconselho às mulheres a virem preparadas para encontrar muitas dificuldades se vêm sem alemão. Sugiro que tragam uma boa quantidade de dinheiro para pagar o aluguel e as despesas básicas nos primeiros meses. Se vierem para viver com familiares, que se preparem, porque isso tende a não funcionar.
Aconselho às mulheres a nunca se inibirem de dar sua opinião por mais contraditória que seja. Vivemos em sociedade livre!

::Lista positiva – Áreas em que é mais fácil conseguir visto de trabalho na Alemanha::

19/12/2013

Veja aqui a lista de profissões/áreas onde desde 01.07.13 é mais fácil conseguir visto de trabalho na Alemanha. Detalhe: o documento está escrito em alemão e inglês.

The Federal Employment Agency (Bundesagentur für Arbeit, BA) determined that filling vacancies with regards to the following professions with foreign applicants is acceptable in terms of labour market and integration policy under the following conditions…

::Opinião de uma brasileira sobre a Alemanha::

11/12/2013

Se você tem curiosidade em saber COMO REALMENTE É MORAR na Alemanha, então tenha paciência de ler o texto abaixo, de autoria de Amabile Weidler. Uma das melhores descrições sobre como é a vida aqui no país do salsichão. :)))

“Muita coisa é aqui diferente … a maioria dos aptos não tem tanque, nem ralo; é comum os interruptores de luz ficarem do lado de fora nos banheiros; quase nenhum prédio tem elevador; Arranha céu, é motivo de visitação e mesmo na Capital, é possível conta-los nos dedos de uma só mão; a pipoca no cinema é doce; o purê-de-batata é em pó; água se bebe direto da pia … ou da banheira; fogões são quase todos elétricos;

Tudo fecha aos domingos. TUDO FECHA AOS DOMINGOS (tô repetindo, porque pra mim que sou paulista, ver tudo fechado aos domingos, foi traumatizante!);

Por falar em “domingo”, fez bagunça e barulho nos domingos, pagou multa. Alta; pedestre toma xingo quando atravessa fora da faixa; A GEMA não vai te deixar assistir ao video novo do seu artista favorito; Não existe camelô; Diarista é coisa de gente rica; o povo não sabe o que é desodorante – principalmente no verão;

É normal ver gente nua ou semi-nua fazendo yoga em praça pública (no verão, claro); Não tem pedreiro mexendo contigo; Não tem ninguém mexendo contigo;

Se vier antes do Natal, traga panetone porque aqui não tem (pelo menos não igual ao Bauducco);

O povo faz festa em funeral pra celebrar a vida que a pessoa viveu, ao invés de chorar porque morreu;

Inquilino não escolhe propriedade, é a imobiliaria + o proprietário que escolhem os inquilinos;

A comida mais típica alemã, não é alemã, é turca; A numeração de sapato e roupas são completamente diferentes; Aliás, traga calcinha, biquini e calça jeans – as daqui são absurdamente inutilizáveis pra quem não gosta de calcinha/biquinhi que parece shorts e calça jeans acima do umbigo;

Alemão faz tudo sozinho, aqui não tem aquele tiozinho-quebra-galho, aliás, eletricista, chaveiro, engraxate, costureiro, cobram o-olho-da-cara. Da sua cara e de toda a sua família;

O serviço prestado ao público também é meio tosquinho para quem tá acostumado com os padrões brasileiros. Aqui você vai na Ikea, compra seus móveis, se vira pra levar pra casa e monta tudo sozinha. É isso, ou pagar 50 conto para que eles entreguem + 50 pra eles montarem um sofá que custou 19 euros;

Eletrônicos são bem mais baratos aqui, mas você tem que pagar GEZ pra utilizar tv, internet, rádio …;

Carteiros são o ápice da preguiça e se você morar no 5. andar, esquece, nenhum entregador vai subir tudo isso de escadas, você vai ter que descer pra pegar ou buscar no posto do correio. Tem carteiro que quando vê que você mora no 5. andar, nem toca sua campainha, já levam a caixa enoooorme que seus parentes te mandaram do Brasil diretão pro posto do correio, e colam um aviso na porta do seu prédio pra você ir buscar a caixa lá nos cafundós do Judas;

Traga 2 alicates de cutícula (porque aqui não tem onde amolar/afiar) e seus esmaltes favoritos até se habituar com os esmaltes daqui, que são fracos em química e raramente duram mais do que 3 dias nas unhas de uma dona de casa esforçada;

Nos estabelecimentos, na hora de pagar, procure por uma bandejinha em cima do balcão, mesas e afins, porque dar dinheiro nas mãos de um funcionário não é costume, e às vezes é até ofensivo; Aliás, gorjeta menor que 10% do valor total da conta, significa descontentamento com o atendimento;

E por falar em “gorjeta”, traga um porta-moedas, porque aqui se seu troco é 0,28, você vai receber exatamente 28 centavos, em moedas contadas, tipo 1 modinha de 5, 1 de 2 centavos e 1 de 1. No “troco-de-bala” na Alemanha;

Escola pública tem qualidade de ensino; Aliás, aqui das maioria das faculdades são públicas;

O governo alemão é cheio de dar ajuda-de-custo. Eles ajudam todo mundo, em tudo, é só pedir. O povo alemão é que te olha meio torto porque “depender” (mesmo que você não dependa, só prefira utilizar) do governo é “feio”;

Não leve para o lado pessoal se ninguém puxar conversa contigo no buzão – ninguém conversa do nada com quem não conhece;

Deixe aí sabonetes em barra e seus shampoos preferidos e prepare-se para a mudança que pode ser tanto para super-seco como para completamente oleoso, na sua pele e nos seus cabelos;

Policiais costumam ser tudo gente finíssima e TODOS falam 2 idiomas além do alemão (é obrigatório para o exame da academia – aparentemente);

Deixe no BR o “jeitinho brasileiro” e faça tudo de modo absurdamente regrado, dentro das regras oficiais, providas pelos órgãos oficiais, porque é o único jeito de se dar bem por aqui;

Faça amizades com brasileiras e mantenha-as. No início elas vão te ajudar a não passar perreio, durante elas vão te ajudar a não aperrear os outros e depois elas vão te ajudar na hora de você aperriar a Alemanha, já que a Alemanha te aperriou o saco até ele ficar cheio;

Morar aqui tem seus prós-e-cons, mas se você vier, se engajar e não desistir depois das primeiras bolsadas (andando nas ruas, você vai levar umas três ou quatro bolsadas, sem ninguém parar pra te pedir “desculpa”, normal, nada pessoal …), você aprende a ver como é delicioso morar aqui.

As estações são lindas, o transporte público funciona, as empresas raramente diferenciam gênero ou opção sexual, quem se dedica, prospera; Quem se esforça, tem.

Eu moro na Alemanha há 4 anos, recebi duas propostas para morar em outros países europeus durante esses 4 anos, e nunca – nunquinha – deixei a Kartoffeland. Vem segura, vem com fé, com paciência, com vontade de vencer … vai dar tudo certo! ” By Amabile Weidler (Tirado do Facebook, do mural da Lorena Bärschneider).


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