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Posts Tagged ‘tradições’

::Mineirinha n’Alemanha: Promoção especial de quase 25 anos na Alemanha::

29/10/2017

Ano que vem estarei completando exatos 25 anos na Alemanha, esse acontecimento parece incrível até para mim mesma! É muito chão e muita história pra contar!…

Em comemoração aos 25 anos e ao lançamento do meu novo livrinho (Re)descobrindo Quem é Você, que eu carinhosamente apelidei de RQEV, quero oferecer uma promoção especial, valida somente até o dia 31 de março de 2018, data que completo meus 25 anos de Alemanha: para quem adquirir meu novo livro, gostar e quiser ler também o Mineirinha n’Alemanha, meu primeiro livro, ou quiser presenteá-lo para um amigo, sempre com dedicatória e autógrafo por um preço especial de 10 euros, incluindo o envio pelos Correios dentro da Alemanha, fora da Alemanha a combinar.

Quer se informar mais sobre os assuntos tratados no primeiro livro? É só visitar a seção “Os livros e onde comprar” aqui no blog. Qual é a opinião de quem já leu o livro? Visite a seção “Opiniões dos leitores“.

Eu quero o livro, como proceder? É só entrar em contato comigo, mandando uma comprovação da compra do RQEV, informar pra quem é a dedicatória e após a transferência, o livro é enviado pelos Correios. Corra lá pra garantir o seu, pois o número de livros é limitado, só restam mais alguns exemplares!

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::What I know about Germany::

13/02/2014


Aqui uma lista de 151 pontos (em inglês) sobre a Alemanha. Enjoy! 🙂

::Weihnachtskekse – biscoitinhos de Natal::

27/11/2010

Este final de semana vou fazer biscoitinhos de Natal com os meninos. Aqui tem várias receitas. Depois eu conto o resultado! Bom descanso pra todos!

::Mercado das pulgas::

07/09/2008

Ontem participei de um mercado das pulgas (Flohmarkt/Trödelmarkt) junto com a minha filha. O princípio é simples: você junta toda a bagulhada que não quer ou não precisa mais em casa e leva num dia e local combinados pra vender. Até que valeu a pena: em 6 horas ganhamos 50 euros e o investimento foi de 5 euros para 4 metros de rua.

Mas o único problema que tenho com mercados das pulgas é ter que acordar cedo. Tem mercado das pulgas onde as pessoas já chegam de madrugada (ou até dormem no lugar!) pra marcar um bom lugar. Nós chegamos ontem lá às 8h da manhã, o que pras pessoas que participam desses mercados já é “tarde” e com a ajuda de uma amiga consegui um lugar relativamente bom, à sombra das árvores.

Na realidade, pra quem participa do mercado, este local é um local de troca: você vende suas coisas por quase nada, e compra outras (que realmente precisa) também por pouco dinheiro. Voltamos pra casa ainda com o carro cheio, mas a Taísa estava de posse de 7 novos livros semi-novos no valor de 50 euros, comprados por 7 euros, e o Daniel tinha ganhado um livro (com som!) sobre locomotivas, um ônibus com passageiros e um trator pra brincar na areia, além de três conjuntos de cueca e camiseta super coloridos. Valeu!

Na realidade eu brinquei que se alguém chegasse e anunciasse que levaria tudo, eu ainda daria 5 euros pra pessoa e voltaria feliz pra casa com as mãos abanando… hehehehehe… Mas a verdade é que eu não daria minhas coisas de graça pra um “vendedor profissional de mercado das pulgas” (sim, isto existe!), mas sim pra alguém que estivesse realmente necessitado. Há duas semanas atrás coloquei um anúncio no jornal, tendo investido do próprio bolso com este intuito de dar minhas coisas pra pessoas necessitadas. Resultado: uma família alemã com um carrão veio aqui e levou grande parte das minhas coisas, de graça, e logo depois um “vendedor profissional” veio e disse que levaria tudo pra casa dele, com o que eu naturalmente não concordei. Aprendi com esta tentativa de “ajudar o próximo” que na Alemanha existem pessoas pobres e necessitadas, mas estas não gostam de aparecer. E que os alemães em geral não gostam de receber ajuda de outras pessoas, eles preferem pedir ajuda ao governo ou comprar as coisas que precisam pechinchando, como no caso dos mercados das pulgas onde eles se permitem pechinchar abertamente.

::Passeio de domingo::

15/06/2008

Freilichtmuseum Neuhausen ob Eck

Visitei hoje um museu ao ar livre na cidade de Neuhausen ob Eck. Há sete museus deste tipo só aqui no estado de Baden-Württemberg. O museu de Neuhausen ob Eck é composto de 24 casas antigas típicas daqui do sul da Alemanha, que foram transportadas para dentro do areal do museu e ornamentadas como eram no local original. Meu sentimento era de como estivesse fazendo uma viagem ao tempo e visitando novamente minha vó, que morava na roça no interior de Minas, em Viçosa, sem energia elétrica, se alimentando das plantações, animais e da farinha de trigo que moía no moinho. No museu de hoje dá pra ver como eram as casas, as escolas e as profissões daqui nos séculos passados. Naturalmente muitas profissões já nem existem mais. No museu há também várias pessoas demonstrando como era a vida campesina e as profissões da Alemanha de antigamente. O museu está comemorando 20 anos e a festa de hoje foi com preços de 20 anos atrás, tanto do ingresso quanto de tudo que estava sendo vendido dentro do museu, inclusive comidas e bebidas típicas. A visita valeu a pena!

::Carnaval na Alemanha::

23/03/2006

Hoje acabou o carnaval e para o alemão o período carnavalesco sempre começa no dia 11.11 às 11:11 horas. No meio da semana passada a cidade onde moro ficou lotada, todos estavam tradicionalmente fantasiados de branco com lenços vermelhos e com a cara pintada de branco. É o carnaval de rua, tradição daqui.

Minha filha vai pra escola também fantasiada, pois o carnaval também é comemorado dentro das escolas. Este ano ela foi de cowgirl, ano passado ela se fantasiou de bruxa com o rosto bem pintadinho de preto, boca, olhos e uma aranha com teia na bochecha. Eu tinha comprado pra ela de segunda mão uma fantasia muito bonita, costurada em casa por uma outra mãe zelosa. Esse ano consegui uma fantasia linda no e-bay, por sorte! No meio da manhã as crianças são “libertadas” pelos blocos carnavalescos, que passam de escola em escola para que os professores e os alunos saiam de férias escolares e entrem no ritmo de carnaval.

Esse ano eu invariavelmente não estava animada com carnaval e só comemorei com meus colegas de trabalho na quinta-feira, que aqui se chama “Schmotzige Dunschtig” (quinta-feira suja). Na empresa, antes recebíamos a visita de grupos carnavalescos da redondeza, agora costuma haver uma festinha com comes & bebes a partir das 11h da manhã e uma parte dos funcionários vão a rigor, fantasiados. Neste dia, pode-se cortar a gravata do gerente geral, talvez porque neste dia ele não manda nada, os que mandam são os carnavalescos.

O carnaval não existe na Alemanha toda. Quando morava no norte do país, só constatava que era mesmo época de carnaval através dos noticiários. Algumas das maiores regiões em termos de carnaval são a cidade de Colônia e o sul da Alemanha. O carnaval aqui no sul é levado muito a sério e as pessoas chegam a planejar muito e a gastar fortunas com as fantasias, que são muitas vezes também bastante pesadas (máscaras ou a completa fantasia de vários materiais como tecido, feltro, pele de animais ou até completamente de madeira, com peso de até 20-25 kgs.). A maioria das máscaras mostram caras bastante feias, o que explica a origem do carnaval daqui, de querer afugentar o inverno.

Para um brasileiro, pode-se dizer que existem dois grandes problemas para participar da festa: o frio (e muitas vezes ainda acompanhado de um vento forte, que faz com que o frio piore e muito!) e o ritmo das músicas, se é que aquilo pode ser chamado de ritmo. Como estou na fronteira com a Suíça, já constatei que os suíços conseguem fazer música com um pouco mais de ritmo, mas a batida alemã deixa muito a desejar…

Eu, como nunca gostei muito de carnaval, participo pouco ou quase nada das festividades. Aqui o povo diz “Narri, narro” quando se vê, para se cumprimentar. É engraçado sair de manhã pro trabalho e dar de cara com um urso polar ou uma bruxa, um monstro ou sei lá mais o que pelas ruas da cidade. O carnaval acontece não só nas ruas, mas também há bailes muito tradicionais e a festa rola solta!… Nos desfiles, quando os blocos carnavalescos passam, eles também cumprimentam o público, fazem algumas brincadeiras, distribuem balas para todas crianças e ainda sobra muita guloseima para os adultos. Não há como negar que principalmente para as crianças o carnaval é uma época mágica em que elas podem entrar no mundo da fantasia e teatralizar suas vidas, representando vários papéis diferentes. Narri, narro!

::Costumes e Tradições – Época natalina::

01/12/2004

O Natal na Alemanha, segundo os donos de supermercado por aqui, já começa no final do verão (final de agosto/meio de setembro), quando todos começam a oferecer produtos natalinos como se já estivéssemos bem pertinho do final do ano. E não é que os donos de supermercado têm certa razão? De uma hora pra outra passa o outono, o inverno chega e com ele os dias ficam cada vez mais curtos. A escuridão do inverno, que já impera a partir das 5 horas da tarde, é um prato cheio para a iluminação de natal. Com a chegada da neve, então, tudo fica branquinho, misturado ao brilho da iluminação de Natal. Tudo super romântico!

Época natalina é época de biscoitinhos de Natal de todos e dos mais variados tipos, época de encontros com amigos, época de fazer balanço do ano que se passou e época muito propícia para donativos dirigidos a instituições de caridade, um prato cheio para os alemães que queiram se livrar daquele conhecido peso de consciência de final de ano. Também é época de correria para cumprir tudo aquilo o que se propôs realizar até o final do ano, visitar todas as pessoas que se quer visitar e é época de comprar o máximo de presentes – que, em grande parte, impreterivelmente serão devolvidos ou trocados nas lojas, que abrem quase que só para este intuito, logo depois do Natal. Época natalina também é época de ir a todos os Mercados de Natal das redondezas, ver neles o artesanato da região, levar as crianças para andar de carosssel, experimentar algumas comidas típicas (tipo Schupfnudel – um tipo de macarrão com chucrute – uma delícia!) e tomar o máximo de Glühwein (um vinho quente e misturado com temperos, que lembra muito o nosso quentão das festas juninas).

Pode-se dizer, por via das dúvidas, que o espírito natalino já começa a ser vivenciado no meio de novembro, na festa de São Martim. Nesta festa, quando crianças saem às ruas carregando suas lanternas acesas e coloridas (geralmente feitas por elas nos jardins de infância da cidade), elas aprendem que São Martim dividiu seu manto com uma pessoa que estava passando frio, praticando caridade e compaixão.

No dia 6 de dezembro chega o tão aguardado dia de Nicolaus, que mais parece um papa magrelo vestido de Papai Noel. As crianças ganham saquinhos com guloseimas, além de nozes e mexiricas ou maçãs pela passagem da data. No ambiente de trabalho, os colegas costumam também trocar pequenos presentes, chocolates ou frutas.

Antes do final de novembro, coroas de advento são vendidas com decoração natalina e as imprescindíveis quatro velas, que representam as quatro semanas que antecedem o Natal. O primeiro advento é comemorado no final de novembro, e a cada semana uma vela vai se unindo à outra, até a chegada do Natal.

Outra maneira de comemorar a entrada do advento é através de um calendário de advento, que contém 24 portinhas, geralmente recheadas com chocolate ou com um pequeno presente. A cada dia se abre uma janelinha e lá se vai um chocolatinho!….

As casas alemãs são muito decoradas para esta época do ano. Tudo brilha, muita janela pisca, mil luzinhas pra lá e pra cá e até jardins inteiros são decorados durante todo o mês de dezembro.

Quem traz os presentes de Natal aqui para a Alemanha? O Papai Noel, claro. E além dele, dizem também aqui que o Menino Jesus traz presentes. Na casa dos meus sogros, a chegada d’Ele é anunciada através do toque de um sininho e só depois de Sua passagem é que podemos entrar na sala para ver o que Ele deixou de presente debaixo da árvore…

Os alemães inventaram o antídoto do Papai Noel, que é o Knecht Ruprecht. Ele sabe de tudo de ruim que uma pessoa fez durante o ano e se julgar necessário, esta pessoa ganha umas chapuletadas no bumbum com uma vassoura de galhos e fica sem presente!

Ah, e a árvore! Aqui as árvores de Natal são árvores de verdade, que são pinheiros plantados em vaso, trazidos pra dentro de casa, plantados no jardim ou como alternativa vendidos somente em sua parte superior, o topo de um grande pinheiro, que é cuidadosamente cortado e, se necessário, reflorestado para que no ano posterior não faltem árvores de Natal em toda a Europa. Em um dia determinado pela prefeitura, todos jogam seus pinheiros fora e o caminhão da prefeitura passa coletando as bravas protetoras de mil e um presentes natalinos.

Taísa, minha filha de 9 anos, ainda tem certeza absoluta de que o Papai Noel existe – e ela consegue explicar isso com toda a lógica do mundo. Segundo ela, uma amiguinha dela saiu de casa com sua mãe e as duas trancaram todas as portas e todas as janelas, tendo verificado que tudo estava fechadinho antes de sairem. Ao voltarem, encontraram vários presentes debaixo da árvore de Natal. Por isso, não há dúvidas de que o velhinho realmente existe!…

::Costumes e tradições – Primeiro dia de aula na Alemanha::

19/09/2004

O primeiro dia de aula da primeira série de colégio na Alemanha é uma verdadeira festa!

A peça principal é um cone todo enfeitado e colorido, na maioria das vezes tão grande quanto os novos estudantes mirins, lotado de brinquedos e guloseimas. Estes são os presentes da família e dos amigos para o novo estudante. Além do cone, chamado de Schultüte (saco escolar), a criança leva para a escola sua mochila nas costas e também vai acompanhada de seus pais e familiares mais próximos.

Acontece então uma festinha muito legal onde os alunos das séries mais adiantadas dão as boas-vindas às crianças, assim como o diretor se apresenta, além de apresentar as professoras da primeira série. Por fim os alunos são encaminhados para a sala, para o primeiro dia de aula. Este primeiro dia nada mais é do que uma apresentação da professora e da sala em si, onde vão ser realizadas as aulas durante um ano ou vários anos seguidos (minha filha se encontra na terceira série e continua com a mesma sala e a mesma professora desde há três anos seguidos!).

O legal do cone é que ele é um marco para a sociedade alemã de que a criança está iniciando uma nova fase em sua vida. É um símbolo realmente marcante que independe de palavras e define por si só o acontecimento, deixando-o gravado na memória das pessoas através de fotos, filmagens, etc. Mas tem-se que observar o consumismo! Hoje participei de uma dessas festas onde uma criança havia ganho 3 (!) desses sacos, cheios de presentes, balas e bonbons. Onde está o limite? Ou melhor: qual é o limite?

A mochila é outro caso a parte. É um artigo absolutamente caro, mas é muito recomendável que se adquira uma mochila de boa qualidade pois a criança a utilizará por muitos anos escolares. A mochila tende a ficar muito pesada para as crianças, e por isso são observados detalhes estéticos, ergonômicos, espaciais, faixas luminosas para que a mochila brilhe nos dias mais escuros do inverno, etc. Só hoje vim a ver uma das crianças puxando finalmente uma mochila com rodinhas, o que já deveria existir aqui há muito tempo, pois não me admira que muitos alemães tenham problemas de coluna na idade adulta, levando-se em conta que eles carregam muito material escolar nas costas por muitos anos seguidos durante a infância.

O diretor da escola mostrou hoje na festinha a mochila com a qual havia iniciado seus estudos. Era uma mochila de couro, surrada, com um pequeno quadro negro dentro dela, além de um paninho para apagar o que havia sido escrito. Achei muito interessante sua observação de que “naqueles tempos” não havia muitos recursos, nem cadernos e que as crianças deveriam se conscientizar de que hoje elas podem ir à escola com um material e uma mochila de alta qualidade.

Depois da festa, a família sai da escola e vai comemorar em conjunto com a criança e seus amigos, em casa ou nos restaurantes da cidade. O orgulho delas está visível em cada olhar…

::Costumes e tradições – 1° de Maio::

03/05/2004

Na Alemanha, como em todo e qualquer país do mundo, há muitos costumes e tradições que não se encontram escritos ou descritos em praticamente nenhum lugar. Com a convivência e com o passar dos anos, vai-se descobrindo muita coisa que é assim porque sempre foi e continuará sendo, por muitos e muitos anos.

Por exemplo: o 1° de maio, um feriado nacional (que neste ano caiu, infelizmente, num sábado). 1° de maio é o Dia dos Trabalhadores, e o que mais? Para os alemães, esta data é sinônimo de passeios longos na natureza, de churrascos ao ar livre e é até desculpa oficial para os homens beberem bastante, assim como no Dia dos Pais. Há muitos grupos que escolhem uma rota de alguns ou muitos quilômetros, reunem-se com amigos e saem para festejar a tradição do feriado.

O 1° de maio deste ano também foi a data em que 10 novos países da Europa (República Tcheca, Hungria, Polônia, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Letônia, Lituânia, Malta e Chipre) entraram na União Européia. Motivo de festa para alguns, mas para outros não. Os jornais e revistas estão cheios de reportagens sobre os novos países, sua cultura, economia, etc. e sobre várias possíveis vantagens e desvantagens da ampliação da Europa unida. Desde ontem, em um total de 25 países, área 25% maior, 20% a mais de população, num total de 450 milhões de pessoas.

Mas voltando à tradição do “Wandern“, dos passeios ao ar livre, o que é que isso significa exatamente? Primeira tentativa de elucidar a questão, vamos ver o que o dicionário nos diz: andar a pé, marchar; pedestrianismo, excursionismo; deslocamento. O alemão é um povo muito apaixonado pela natureza, que tem bastante respeito pelo meio-ambiente, aprecia e cuida muito do ar, da água, do verde, da terra, das plantas e das árvores. Agora no início da primavera é comum ver vários jardins muito bem cuidados, cheios de flores, gramas e plantas. Tudo muito limpinho e muito bonito. Há várias leis que protegem o meio-ambiente, desde aquelas ligadas à ocupação do solo como outras que determinam quantas árvores podem ser cortadas em uma determinada área, e quantas outras devem ser replantadas, para possibilitar o equilíbrio do ambiente em questão.

Passear ao ar livre significa encontrar amigos e passar algumas horas agradáveis com eles. Admirar a natureza e fazer um churrasco na floresta. Aproveitar um dia bonito e fazer algo pelo corpo. Meditar. Entrar em sintonia com o universo. É tempo de agradecer e de orar. De conversar e de ficar mudo perante a beleza do verde praticamente intocado.

Eu também fui dar um passeio ontem ao ar livre com um grupo de 18 pessoas, praticamente na fronteira da Alemanha com a Suíça. Andamos 20 km. Foi ótimo! E você, também saiu ontem para curtir a natureza?


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