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Posts Tagged ‘presente’

::Mineirinha n’Alemanha: Promoção especial de quase 25 anos na Alemanha::

29/10/2017

Ano que vem estarei completando exatos 25 anos na Alemanha, esse acontecimento parece incrível até para mim mesma! É muito chão e muita história pra contar!…

Em comemoração aos 25 anos e ao lançamento do meu novo livrinho (Re)descobrindo Quem é Você, que eu carinhosamente apelidei de RQEV, quero oferecer uma promoção especial, valida somente até o dia 31 de março de 2018, data que completo meus 25 anos de Alemanha: para quem adquirir meu novo livro, gostar e quiser ler também o Mineirinha n’Alemanha, meu primeiro livro, ou quiser presenteá-lo para um amigo, sempre com dedicatória e autógrafo por um preço especial de 10 euros, incluindo o envio pelos Correios dentro da Alemanha, fora da Alemanha a combinar.

Quer se informar mais sobre os assuntos tratados no primeiro livro? É só visitar a seção “Os livros e onde comprar” aqui no blog. Qual é a opinião de quem já leu o livro? Visite a seção “Opiniões dos leitores“.

Eu quero o livro, como proceder? É só entrar em contato comigo, mandando uma comprovação da compra do RQEV, informar pra quem é a dedicatória e após a transferência, o livro é enviado pelos Correios. Corra lá pra garantir o seu, pois o número de livros é limitado, só restam mais alguns exemplares!

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::Dica da Mineirinha::

22/10/2017

Pra quem está passando por aqui agora, por causa do lançamento do meu livrinho “(Re)descobrindo Quem é Você”, eu queria sugerir que me procurem também no Facebook e assinem lá minha página, a Mineirinha n’Alemanha”, porque costumo publicar muita coisa direto lá. Vira e mexe leio muita coisa legal e estou deitada na cama, dentro do trem, passeando por aí… e republico imediatamente no Facebook, sem passar por aqui.

Fica a dica! Nos vemos por lá?

E por falar em escrever por aqui, hoje ganhei dois presentes maravilhosos da vida!

Um deles foi o primeiro retorno sobre o meu novo livrinho, que foi muito, muito positivo vindo de uma amiga que significa MUITO pra mim e que considero de montão! Reduziu o medo do que ainda está por vir quanto a retornos quanto ao novo projeto, pois o retorno dela foi muito significativo pra mim, e como disse muito positivo, fiquei super feliz e grata!!! O ato de escrever pra mim é como se “despir” para o leitor, e depois que o projeto é solto no mundo, ele ganha pernas sozinho! Eu fico daqui vendo como ele está andando… É uma coisa meio como ganhar um filho e vê-lo crescer… um processo de absoluta introspecção e depois de soltar o “menino” pro mundo, deixá-lo andar com as próprias pernas. Bom ver que ele está se dando bem agora no comecinho de sua vida “adulta”, fazendo amigas e conseguindo dialogar com o mundão lá fora!

O segundo presente aconteceu depois que tive a coragem de fazer uma pergunta descarada e diretamente. Trata-se de outra pessoa que admiro muito, pra quem escrevi e perguntei se poderia incluir uma poesia de sua autoria no meu próximo projeto, que espero poder lançar nos próximos meses, e também perguntei se queria participar dele sendo a pessoa que irá escrever o prefácio. A resposta foi SIM… e SIM!!!

Esses dois acontecimentos foram dois grandes presentes hoje pra mim!!! Lá fora tem muita coisa para ser realizada, muito projeto pra levar adiante, muito sonho esperando pra nos dar as mãos e andar conosco. Vamos nos encher de coragem… e vamos caminhar?!?

::Presente de Natal inesperado::

23/12/2014

Desde uns tempos atrás, vendo meu livro também pela Amazon. E foi assim que o último livro seguiu para um destino aqui no sul do país, desta vez para um alemão, o Bernd, que recebeu há alguns dias atrás o Mineirinha n’Alemanha autografado. Qual não foi minha surpresa ao receber hoje, pelos Correios, este lindo presente de Natal! Lindas palavras, um cartão de bom gosto, selo de Natal, tudo fofo. Eu, que adoro papel e até me adaptei bem à era digital, fiquei super feliz com este presentinho feito à mão! Muito, muito obrigada, Bernd!
Desejo para ele e pra todos vocês bons livros, boa leitura, um lindo Natal e um feliz 2015, cheio de boas surpresas como esta! 🙂

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::Seleção alemã: entre jogada de marketing e autenticidade::

13/07/2014

Tenho lido desde os últimos dias alguns comentários na internet sobre os presentes do time alemão à região onde esteve e sobre a suposta jogada de marketing bem pensada da seleção alemã durante a Copa no Brasil, que, muitos afirmam, está sendo feita para polir a má imagem no exterior da Alemanha de nazismo, frieza e calculismo. Os jogadores alemães, muitos deles de origem estrangeira (Turquia, Polônia, Gana), foram ao Brasil como representantes da Alemanha e demonstraram ser capazes de se comportar bem, interagindo positivamente com a população local.

Eu moro há 21 anos na Alemanha e posso afirmar que os jogadores não alteraram sua maneira de ser desde que estão no Brasil. Eles sabem que cada jogo é um jogo e que tem que ser vencido, não importando, naquele momento, os resultados do passado. A química entre muitos brasileiros e alemães sempre tendeu a ser boa, como já comentei em vários posts e também no meu livro, o que faz com que o alemão se sinta bem no Brasil, pois em muitos pontos somos antagônicos e em outros muito parecidos, mas a boa mistura é sempre a que prevalece. Tenho visto muitos brasileiros na Alemanha que são esforçados, buscam crescer profissionalmente e demonstram capacidade de integração, mesmo honrando sua pátria e nunca deixando suas raízes de lado, e isso contribui para o fato de que muitos alemães não tenham problemas com brasileiros, pensando muitas vezes em atributos positivos do nosso Brasil, como nossa beleza natural, nosso crescimento econômico dos últimos anos, nossas praias e nosso povo alegre, o Carnaval, mas também vendo coisas negativas que são retratadas sobre nosso país, como a desigualdade social, a corrupção, a pobreza. No final das contas acho que estamos aqui como embaixadores de nosso país e também de nossa cultura, e continuo acreditando que a mistura faz bem a ambos os lados.

Acho também que temos que tomar cuidado com nosso próprio preconceito. Ninguém gosta de ser comparado com opiniões preconceituosas voltadas a seu país. O alemão com certeza também não, o brasileiro muito menos. Aqui, como em qualquer lugar no mundo, existem pessoas frias e calculistas, mas também existem pessoas boas e amorosas. Quando um estrangeiro visita a Alemanha, com certeza ele percebe que não é carregado nas mãos nas lojas e muito dificilmente recebe tratamento diferenciado, além de perceber que muitas vezes é tratado de forma ríspida e/ou impaciente. No princípio, quando isso acontecia comigo, achava que era porque eu era estrangeira. Depois aprendi que o tratamento dos alemães independe da pessoa com quem estão falando, pois, e quem acreditaria nisso, em geral todos são tratados da mesma maneira. E quando o tratamento não condiz com o que eu espero, em geral eu coloco a boca no mundo e lido com minha insatisfação na hora do ocorrido. Com relação a tratamento em lojas, eu já me sinto até meio sem graça quando estou no Brasil, pois não gosto de que todo o estoque de uma loja seja retirado do lugar só pra mim. E, se começo a já ir guardando as roupas depois de desaprová-las, se estiver por exemplo numa loja de vestiário, recebo um comentário da vendedora de que não devo fazer isso, pois este é o serviço dela. Nos EUA, por outro lado, o negócio é ainda mais complicado pro lado do consumidor, pois a vendedora chega a mentir, dizendo que se pudesse, se tivesse dinheiro para comprar, usaria este produto, que aquilo que estamos experimentando está perfeito, lindo, impecável em nós. Assim fica difícil acreditar no que estão dizendo… Nem tanto ao mar, nem tanto à Terra. Eu prefiro entrar numa loja e olhar tudo por mim mesma, e se precisar da ajuda de um vendedor, espero encontrar algum que tenha competência para me orientar, sem usar de meios indevidos para me vender alguma coisa. Aqui na Alemanha, em grandes lojas de departamento, o que faltam, porém, são vendedores disponíveis. Isso é verdade verdadeira. Mas quando achamos um, temos a atenção que precisamos. Acima de tudo,eu tenho a dizer que o respeito à privacidade na Alemanha é muito grande. Cada espaço individual é sempre muito respeitado. Como há poucos vendedores em grandes lojas, interpretamos logo como se não tivéssemos atenção alguma deles.

Bom, mas tem a parte boa do alemão também. Quando algo acontece, quer seja dentro ou fora do país, como uma catástrofe natural, eles estão lá pra ajudar, pois são conhecidos por participar de vários projetos sociais, dentro e fora da Alemanha. O que não gostam muito, é de ajudar aparecendo, nem o que está sendo ajudado gosta de aparecer. Ambos precisam de uma instituição no meio, que os torne invisíveis. Quando são convidados para visitar alguém, levam em geral um presentinho para o anfitrião. No final do ano então, os alemães são campeões de doações. Portanto, os presentes que a seleção alemã deixou para os anfitriões brasileiros combinam com sua cultura e sua maneira de ser. E não foram poucos, segundo um relato tirado do Facebook (autor desconhecido):

Os alemães vieram ao Brasil e…

– Compraram um terreno,
– Construíram um condomínio,
– Incentivaram a reforma de um centro de saúde,
– Construíram um campo de futebol,
– Doaram uma ambulância,
– Incentivaram a criação de um programa de escola em tempo integral,
– Contrataram as pessoas da cidade, gerando dezenas de empregos,

Mais tarde a seleção alemã chegou e…

– Quando não estavam treinando, estavam socializando com as pessoas na cidade e na praia,
– Participaram de festas com a população,
– Interagiram com os moradores locais e ouviram suas demandas,
– Vestiram a camisa de um time local,

Quando ganharam da nossa seleção…

– Nunca desrespeitaram os brasileiros,
– Supostamente combinaram no intervalo do jogo diminuir o ritmo para não desrespeitar a seleção anfitriã,
– Mostraram que seus ídolos são os nossos jogadores do passado,
– Foram humildes após a goleada e tiveram classe para ganhar,
– Postam nas redes sociais mensagens de incentivo ao povo brasileiro e agradecimento pela hospitalidade,

E vão deixar tudo que construíram no Brasil.

°°°

Complemento meu:

– Um cheque de 10 mil euros (30 mil reais) para os índios da tribo Pataxó de Coroa Vermelha, que será investido na compra de um carro que será usado no transporte de pessoas que precisem de assistência médica;
– Deram de presente as 25 bicicletas que trouxeram da Alemanha e não puderam usar por motive de segurança, cada uma no valor de 1.000 euros
– Parece que vão deixar o Campo Bahia para ser transformado em uma escola.

Realmente, parece que fizeram tudo certo em termos de marketing. Leia aqui o que podemos aprender com eles em termos de técnicas de marketing.
Mas o que seriam as técnicas se eles tivessem sido arrogantes, tivessem se transformado logo após chegar no Brasil, perdendo sua autenticidade, tivessem trazido só profissionais da Alemanha para trabalhar no Campo Bahia para servi-los, tivessem usado de técnicas de marketing sem acreditar nas mensagens que estavam transmitindo, sem nenhum comprometimento com aquilo que estavam fazendo? A Alemanha está mudando muito e as gerações mais jovens não carregam consigo o peso do passado. Houve uma mudança substancial marcada durante a Copa aqui na Alemanha em 2006. Se quiser ler mais sobre este tema, clique aqui.

A última acusação que li foi que por trás do time alemão estão grandes empresas alemãs que patrocinam o time, tais como Adidas e Mercedes Benz, e que elas estão ganhando com o sucesso da seleção alemã, como não poderia deixar de ser. Esta é, afinal, a razão pela qual uma empresa aposta em patrocínio. Apesar de eu não ser fã do capitalismo e reconhecer nele muitas injustiças, acho que não vamos mudar o sistema de um dia pro outro. Então, se todos os times tivessem vindo ao Brasil, se comportado bem e tivessem feito algo pela região onde estiveram, acredito que a Alemanha não teria se sobressaido tanto assim como no momento.

Pessoalmente fiquei muito impressionada com a reação dos alemães logo depois de termos perdido de 7×1 pra eles. Eles perguntaram como eu estava, se já tinha me recuperado do jogo, como eu tinha me sentido, como tinha sido em casa com o marido e os filhos… Ninguém chegou rindo da minha cara nem fazendo brincadeiras de mau gosto. Ganharam meu respeito também com relação a este episódio. E foram muitos brasileiros que moram aqui que dividiram experiências semelhantes.

Por ultimo, por mais que me doa no coração, acho que o time alemão se sobressaiu tanto no Brasil devido à nossa decepção com o time brasileiro. Se nosso time tivesse convencido na competição, não teria deixado muito espaço para os demais. Mas no Brasil se joga bola em cada esquina, e devido à nossa natureza e nossa garra acredito que nos relevantaremos e em breve mostraremos um futebol, que no momento, muitos dos que entendem de futebol afirmam que está sendo jogado pelo time alemão…

Bom, esta é minha opinião, ainda acreditando que presentes são presentes e não se deve ficar analisando o tamanho de cada um, como já dizia um bom ditado alemão. Ainda assim fico curiosa com o que você pensa a respeito de tudo isso. Agora é sua vez de deixar sua opinião nos comentários. Se eu tiver esquecido algo ou deixado algo de fora, tanto com relação aos presentes quanto sobre as argumentaçõoes, agradeço por correções e acréscimos. Um bom domingo e um bom jogo para todos hoje à noite!

::E… o presente do meu amigo oculto chegou! :)::

17/12/2013

De Mineirinha pra Mineirinha. E veio recheado de lembranças de casa, de Minas e da minha infância. Só faltou bala Chita! Mas tem goiabada cascão, vocês acreditam? E será que sou a primeira a receber seu presente? Vejam só como ele veio carregadinho:

amigo oculto

2013-12-17 18.21.59

Acho que praticamente todos os produtos são de Minas. Ao olhar mais atentamente, no meio desse pacotinho fofo achei umas bombinhas de mel. Nem acreditei no que vi! A última vez que tinha comido algo parecido deve ter sido lá pelos idos da minha infância. Talvez quando eu tinha uns 10 anos, ou menos… Não sei ao certo! O certo é que temos uma memória sensorial que bate todas as outras memórias. Queria provar da bombinha de mel, mas não tinha faca ou tesoura por perto. Depois imaginei que se cortasse uma ponta, iria espirar mel pra todo lado. Por fim lembrei-me de como comia essas bombinhas na infância: colocava uma beiradinha nos dentes, apertava e torcia a bombinha até ela se abrir, já sentindo o gostinho do mel na boca. Tem gosto de infância mesmo, lembrança de coisas guardadinhas na minha memória!
Adorei, Raquel, obrigada! A Raquel, minha amiga oculta, foi trazida até mim pela internet, também através do meu livro. Ela já morou pertinho, mas daquela vez não chegamos a nos conhecer. Ano passado ela veio aqui em casa, fomos assistir jogo de futebol do Brasil na casa de amigos e ela me ajudou até a domar o bando de coleguinhas do Daniel, convidados para mais um daqueles aniversários alemães onde a mãe tem que ser mil e uma utilidades e pensar atividades pra criançada toda. Este ano a Quel voltou aqui, desta vez com namorado! O que será que a próxima visita nos reserva?!? Obrigadão Raquel, que Deus te reponha em dobro! Feliz Natal e um 2014 cheio de boas surpresas!


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