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Posts Tagged ‘idioma’

::Banco de Dados com cursos de alemão na Alemanha::

21/04/2015

Achei um banco de dados com cursos de alemão aqui na Alemanha dividido por regiões e queria dividir com vocês.

Não quer dizer que a oferta esteja limitada aos cursos listados ali, mas já é um bom começo de pesquisa!

Espero que gostem! 🙂 Quem quiser recomendar uma escola, fique à vontade!

::Erros de alemão::

25/10/2014

Talvez alguém possa ter o sonho de viver muitos anos na Alemanha e dominar 100% o idioma. Se a pessoa não aprendeu a língua do berço, na minha opinião isso é conversa pra boi dormir.

Erro até hoje, e muito – muito mais do que gostaria. Mas por sorte tenho pessoas queridas que me consertam voluntariamente e/ou quando eu peço ajuda.

Alemão dá um nó na cabeça da gente. Às vezes dá o famoso “apagão”. Pra piorar a coisa, ainda tenho como característica na família pessoas que chegam bem próximo do que queriam transmitir mas às vezes não acertam no ponto. Às vezes não percebo, e estou pensando em outra língua e querendo montar uma frase em alemão. E por aí vai… as razões e causas dos erros são inúmeras. Acho que vou morrer errando…

O que não quer dizer que eu não corrija alemão de alemães. Foi quando cheguei nesta fase que desencanei bem. Eu erro, eles também erram… Vejo erros de alemão praticamente todo dia. Quem disse que é fácil? Ainda mais com a “alte/neue Rechtschreibung” (novas regras de alemão escrito).

Ser corrigido pode ser um momento chato. Mas, na minha opinião, é necessário se ver pelo outro lado: pouquíssimas pessoas corrigem por aqui, só mesmo as mais chegadas, porque elas não se sentem bem neste papel. Se somos corrigidos, temos que, intimamente, agradecer: aquela pessoa nos quer tão bem a ponto de fazer algo que lhe incomoda em prol do nosso desenvolvimento.

E, venhamos e convenhamos, até o próprio alemão daqui da minha região entrega que tem problemas com o alemão padrão:

“Sabemos tudo. Menos alemão padrão.”

::Aprenda alemão n’Alemanha! – cursos de alemão na Alemanha::

03/07/2012

Boas novidades! Fechei um acordo de cooperação com duas excelentes escolas de alemão aqui na Alemanha:

CDC (Carl Duisberg Centrum)

O CDC tem 50 anos de experiência no ensino da língua e da cultura da Alemanha e oferece o seguinte:
– cursos de alemão para jovens e adultos (p.ex. preparação para a entrada em uma universidade ou alemã; cursos preparatórios para estar apto a trabalhar na Alemanha)
– treinamentos interculturais
– cursos de alemão combinados com o programa ACCESS, que auxilia a conseguir uma vaga em uma universidade alemã, ou combinado com a busca de uma escola alemã para adolescentes
– cursos de alemão em combinação com estágios na Alemanha
– programas especiais para médicos estrangeiros que queiram atuar profissionalmente na Alemanha
– cursos de alemão combinados com eventos culturais e esporte
– viagens organizadas pelo CDC para o treinamento do idioma alemão (p.ex. viver e aprender na casa do professor, visitas a pontos turísticos, etc.)
– organização de viagens para classes e grupos
– auxílio na obtenção de visto e translado até a cidade do curso
– e muito mais!

Veja todos os detalhes na página da escola em 11 idiomas (português, alemão, inglês, espanhol, etc.) aqui.

O CDC oferece seus serviços em várias cidades alemãs: Berlim, Colônia, Munique, Radolfzell (Lago de Constança – Bodensee). Quem vier aqui pra região onde moro, o Lago de Constança, e tiver sido intermediado por mim, ganha de brinde um encontro comigo a combinar! 🙂

Importante: Quem quiser contratar algum serviço do CDC não deve por favor se esquecer de me citar como intermediadora: Sandra Santos / http://www.mineirinhanalemanha.de

Veja o vídeo abaixo sobre a comemoração de 50 anos do CDC:



Institut Humboldt

Este instituto tem mais de 30 anos de experiência no ensino do idioma alemão e oferece programas similares para jovens e adultos. Ele mantém escolas nas seguintes cidades: Berlim, Freiburgo, Colônia, Munique, Regensburg, Meersburg e Constança no Lago de Constança (Bodensee), Affhollerbach, Bad Dürkheim, Bad Schlussenried, Lindenberg, Reimlingen, Schloss Wittgenstein, Schmallenberg, Schloss Ratzenried e Viena/Áustria. Verifique os cursos oferecidos em cada uma das cidades citadas acima clicando aqui.

A página do Insituto Humboldt pode ser acessada em alemão, inglês, espanhol, francês e polonês aqui.

É importante lembrar: Quem quiser contratar algum serviço do Humboldt Institut não deve por favor se esquecer de me citar como intermediadora: Sandra Santos / http://www.mineirinhanalemanha.de

Abaixo um vídeo em inglês sobre um dos institutos Humboldt na cidade de Lindenberg:

::Bota difícil nisso…::

02/09/2009

Aprender um novo idioma envolve muita dedicação, força de vontade e perseverança. Dependendo da idade da pessoa, pode significar um verdadeiro martírio, mas não tem obrigatoriamente que ser assim. Você já percebeu que o ato de aprender tem uma ligação direta com o prazer? E tem mesmo. E quanto mais maneiras sensoriais ativarmos no aprendizado, melhor. Eu, por exemplo, tenho palavras que me fazem lembrar direitinho do momento em que as aprendi.

Mas a coisa não é fácil mesmo não (a mineirinha aqui diria “o trem”!). Ainda mais quando se trata de alemão, essa linguinha pra lá de “cabeluda”…. Mas tem jeito? O jeito é entrar fundo no estudo, outro jeito não tem, a não ser que você tenha nascido super-dotado ou seja parente daquele cara que aprendeu alemão em uma semana. Pra mim, que sou filha de professora, aprender alemão significou me tornar uma pessoa um pouco mais tolerante também. Eu tinha preconceito contra pessoas que escreviam ou falavam mal o português, e hoje penso que nem todos tiveram as mesmas oportunidades na vida. Da mesma forma, tive que aprender a aceitar que nunca vou falar ou escrever o alemão 100% correto, sempre vou ter uns errinhos aqui e ali, uns dias mais, outros menos. Tem dias que consigo conviver bem com isso, tem outros que esta “verdade” quase me mata… Mas quando eu comecei a achar erros nos textos de alemães (nem todos, claro!), desencanei. Eu já passei muito tempo pensando no gênero dos substantivos, hoje, praticamente, “desisti” de pensar sobre isso. É porque é, ponto final. Mas se descobrimos uma outra regrinha pra pelo menos podermos decorar melhor o gênero dos substantivos ficamos super satisfeitos, não é mesmo? 😉

As regrinhas abaixo eu tinha pesquisado pra Meire, uma brasileira que mora aqui na Alemanha em Heildelheim, e que eu acompanhei desde a tomada de decisão de vir para a Alemanha até a adaptação, passando por alguns momentos críticos, claro. Abaixo as regrinhas, que vocês poderiam por favor acrescentar nos comentários, caso saibam de mais alguma. “Eselsbrücke” (Jesus! Só achei a tradução “mnemotécnica” para esta palavra, que significa que você arruma um “jeitinho” pra decorar uma regra mais fácil… Alguém sabe de uma tradução mais “humana” pra essa palavra?), pois bem, continuando, “Eselsbrücke” nunca são demais e só podem ajudar. Vamos às regrinhas:

1 – Se um substantivo tem um género biológico (ex: pai, mãe, filho, rapaz, etc…), o gênero dessa palavra em alemão geralmente é o mesmo que o gênero biológico. No entanto, existem exceções a esta regra tais como “das Mädchen” (a menina).

2 – Substantivos que terminam em ‘e’ são na sua maioria, mas nem sempre (quem estuda alemão conhece esses “nem sempre”…), femininos (e.g. die Klasse, die Gitarre – a turma, o violão).

3 – Se um substantivo termina com “ung”, ele será feminino (p.ex. die Zeitung, die Übung – o jornal, o exercício).

No mais, é decoreba mesmo, sem ficar analisando por que, porque muitas vezes é exatamente o contrário do que a gente esperava e tudo o mais depende de se saber bem os gêneros do substantivo.

Achei aqui um bolão de dicas que podem ajudar vocês. O melhor mesmo é envolver brincadeiras no aprendizado, p.ex. inventar jogos envolvendo o idioma pra aprender junto com os filhos, assim um ajuda o outro. Ou ouvir muita música e aprender com as letras. Ou os dois. Ou tentar com filmes… De qualquer maneira, com algum tema que te dê prazer.

O choque cultural é grande. Mas o negócio é não comparar, receber o que há de bom e crescer junto. Eu sei que é difícil, mas o idioma é mesmo condição sine qua non.


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