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Posts Tagged ‘feminino’

::Saiu um novo livro da Mineirinha! Ou o inverso de: como se diz “enrolação” em alemão?::

10/10/2017

Para falar a verdade, eu tinha o projeto de escrever um novo livro já há muito tempo, mas fui – quase – vencida pela famosa enrolação, a em alemão tão famosa, conhecida e respeitada “Aufschieberitis” (vem do verbo “aufschieben”, que significa adiar, diferir, enfim para os mais entendidos e numa boa gíria brasileira: enrolar).

Nós, mulheres, temos 1.001 coisas na cabeça e para nós é muuuuuito fácil fazer de “b” a “z” quando na realidade sabemos claramente que deveríamos estar investindo naquele sonho importante, o “a”. Dizem que se algo nos dá muito medo, é exatamente naquilo que temos que investir, pois medos costumam esconder nossos maiores sonhos! E olha que tem bastante verdade nisso, viu?

Enfrentando meus medos de inúmeras coisas como escritora, mulher, mãe, profissional e expatriada, virava e mexia eu pensava de novo no projeto engavetado, que estava quase pronto… Comentei sobre ele com uma amiga escritora, a Isa Magalhães, e ela foi bem categórica: “lançe-o”. Mas eu sabia que não iria ser tão fácil assim…

Deixando de lado no momento algumas razões centrais da inércia temporária que explico no finalzinho do livro, e falando agora um pouco mais a nível geral, o ato de escrever para mim tem muita ligação com sentimentos. Tem muito de “timing“, de você um dia levantar da cama e afirmar: “hoje é o dia! ” E para mim, para minha satisfação pessoal e, espero, também dos meus leitores, foi no último domingo, 08/10/17, que consegui mesmo colocar a mão na massa de manhã até à noite e o novo livro saiu do forno!

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Sobre o livro:

Este livro é para mulheres, principalmente aquelas em busca delas mesmas e de uma ocupação profissional que faça a diferença em suas vidas.

Simples, concisa, de leitura rápida, mas intensa, o objetivo da obra é que a leitora faça um mergulho profundo dentro de si mesma, voltando à superfície com reflexões importantes para sua vida.

A ideia do livro surgiu da experiência de expatriada da autora, que já acompanhou vários casos de mulheres que tiveram que se reinventar profissionalmente no exterior. A autora espera que possa contribuir na caminhada dessas mulheres para se tornarem quem são de verdade.

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Talvez alguém possa estar se perguntando por que estou sendo tão sincera ao anunciar que meu novo livro demorou pra sair,  muito mais do que eu esperava… É bem simples: minha intenção é motivacional, uma mensagem direta para todos aquel@s que, como eu, já tinham se acostumado com o projeto inacabado.

Uma pergunta direta: você tem um sonho que está bem pertinho do seu coração, que você sabe exatamente qual é, mas tem até certo receio de pensar nele? Já chegou a se acostumar à ideia de deixá-lo inacabado?

Outra pergunta: como você se sente quando pensa nele?

Última pergunta (juro!): como você vai se sentir quando realizar o seu sonho?

Esses pensamentos não me davam paz quando meu projeto me vinha à cabeça…. Ficava decepcionada comigo mesma, depois ia procurar outra coisa para “tapar o buraco”, se é que você entende o que estou querendo dizer.

Dizem que há dois dias importantíssimos na sua vida: o dia em que você nasceu e o dia em que descobriu qual é sua missão nesse mundo. A minha está descrita no livro, e uma dica bem grande da direção que me guia fica no topo da minha página de consultoria Connex Consulting: sharing knowledge to help others to grow – dividindo conhecimento para ajudar outros a crescer. É isso aí, quando aqui não mais estiver, quero ter deixado uma marca no mundo de agregação, solidariedade, persistência, fé, ação, amor… e muito mais. E dei mais um passo em todas essas direções com esse novo projeto! Eu prefiro ser… essa borboleta-metamorfose ambulante!..

Espero que encontre no livro pensamentos e frases, além de muitas perguntas, que lhe levem firmemente a pensar em você mesmo, pois nesse mundo louco e interconectado estamos perdendo a capacidade de nos refletir enquanto seres humanos e nos traduzir para o mundo externo. E por aí passam as pequenas e grandes alegrias do dia a dia!

O livro está disponível na Amazon no mundo inteiro, mas em diferentes canais dependendo do país. Nota IMPORTANTE: como a ideia do livro é de reflexão constante, ele recebeu o título “(Re)descubra Quem é Você”. Através da possibilidade da descoberta e da redescoberta, inventei de novo uma palavra dentro de uma palavra, como já tinha feito no primeiro lançamento, o “Mineirinha n’Alemanha”. Portanto,  ao procurar pelo livro na Amazon, lembre-se de adicionar os PARÊNTESIS na sua busca, ok?

Pra facilitar um pouco, abaixo alguns links:

E-book no Brasil * sem fotos pessoais, que aparentemente não puderam ser lidas pelo sistema

E-book na Alemanha * também sem fotos pessoais

Livro na Alemanha * com 9 fotos coloridas e pessoais, capa mais colorida ainda!

Ainda não tenho um canal de distribuição para a versão do livro no Brasil. Quando ele existir, aviso aqui.

Dependendo de onde você estiver no mundo, é mais fácil procurar pelo livro através do seu título, no campo de busca da Amazon, e assim você vai achar a oferta local, certo? Ele está disponível em 13 websites diferentes da Amazon, espalhados como vários canais de venda do Brasil ao Japão.

Estou bastante curiosa para receber comentários, ler e ouvir o que outras pessoas acharam depois da leitura do RQEV (isso, inventei também uma sigla para ele!). Vai lá e depois me conta, vai?!? Minha prima Lílian, que carinhosamente escreveu o prefácio do livro, já começa afirmando: “certamente, se este livro chegou até suas mãos, é porque você precisa dele! “

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::Por que ser feminista?::

12/03/2017

Quando eu era criança, queria falar tantas línguas quanto o Papa João Paulo II, que falava 40 línguas, e visitar todos os países do mundo, como ele visitava. Com o tempo, descobri que o Papa da minha infância lia o som dos idiomas, mas não falava tantas línguas, e decidi também que não quero visitar países onde mulheres tenham menos direitos do que homens. Alguns poderiam argumentar que esses países são poucos, outros poderiam dizer que são “só” os países muçulmanos, mas acabo de achar uma lista enorme de países onde a mulher vale bem menos do que o homem… Assim fica difícil viajar!… Pensando pelo lado positivo, espero que essas discrepâncias diminuam com o tempo e que a igualdade entre os sexos seja cada vez mais alcançada! A verdade é que em pleno século 21, onde os homens querem conquistar o espaço e estabelecer vida em Marte, muit@s ainda questionam e perguntam sobre o sentido do feminismo, e ainda há muito por conquistar para nós, mulheres.

Muito do que podemos hoje e consideramos claros direitos adquiridos do sexo feminino, foram direitos conquistados com o passar do tempo, frutos de muitas discussões e lutas, como por exemplo: o direito ao voto, ao divórcio, a frequentar uma universidade, trabalhar, ter conta própria no banco, dirigir, decidir se queremos ou não fazer sexo (também dentro do casamento)… a lista seria interminável se contássemos as desigualdades que ainda existem nos dias de hoje, nos quatro cantos do mundo: desigualdade de gênero, de salários, na divisão do trabalho doméstico, no tempo investido (e não remunerado) com o cuidado de familiares, a dependência feminina até a aposentadoria, para aquelas que não têm um salário próprio…

Enquanto isso, na Suíça, li recentemente um artigo dizendo que a atuação feminista das mulheres, como p.ex. as ações durante o Dia Internacional da Mulher, deixa os homens inseguros. Muitos deles, por não saberem direito mais como se portar perante uma mulher, preferem assistir filmes pornográficos no lugar de manter um relacionamento!… Mas a resposta, na realidade, é bem simples: um “não” significa um “não”!… Como dizia a minha avó: “quando um não quer, dois não brigam (ou brincam)”!… Cada par define o que está bem para eles  e os deixa felizes, definindo suas regras e compromissos aceitos entre as partes.

Vamos às leis absurdas que ainda imperam no mundo contra as mulheres:

– Uma mulher tem que permitir “sexo ilimitado” ao marido, assim que ela completar 15 anos na Índia e 13 anos em Singapura! No Yemen, onde o casamento entre crianças é algo muito comum, não existe nem uma idade mínima para tanto. Isso quer dizer que se um homem violentar sua mulher nesses países, ele não cometeu nenhum crime perante a lei;

– Na Tansânia, uma menina de 15 anos pode se casar com o consentimento de seus pais, ou até com 14 anos através de decisão judicial, se “razões importantes “ puderem ser consideradas, enquanto que meninos  só podem se casar aos 18 anos;

– Na Jordânia ou no Líbano, só é dada a nacionalidade automática destes países a filhos cujo pai seja jordaniano ou libanês. A nacionalidade da mãe não é levada em conta e não é transferida automaticamente ao seu filho. Se uma mãe jordaniana for casada com um homem de outra nacionalidade, seus filhos não terão o direito de receber a nacionalidade da mãe e perderão direitos como o de concorrer a empregos públicos ou ligados ao sistema de saúde e escolar;

– Em Malta, se uma mulher for raptada e decidir se casar com o agressor, este não precisará ser julgado perante a lei e não irá cumprir pena de prisão;

–  No Líbano, se uma mulher for raptada ou estuprada e o agressor se casar com ela em seguida, ele também estará livre de julgamento;

– Ainda há 46 países do mundo que consideram que a mulher é um acessório masculino e que só pode agir na esfera do seu consentimento, não lhes oferecendo proteção contra a violência doméstica. Na Nigéria um homem tem até o direito de bater em sua esposa, com o objetivo de castigo e repreensão, desde que desse castigo não resultem “danos irreparáveis e permanentes”. Em muitos países, 25% ou mais acham justificável um homem bater na esposa (estudo de 2010 feito pela Asociación de la Encuesta Mundial de Valores). Atualmente, a violência doméstica mata cinco mulheres por hora (!) diariamente em todo o mundo;

– No Chile, na Tunísia e na Inglaterra, em caso de herança, o homem recebe mais do que a mulher. Na Tunísia, uma lei de 1956 prevê que um filho homem recebe o dobro da herança de uma filha mulher. Na Inglaterra, a casa da família será passada para o primeiro filho homem do casal, independente do número de filhas mulheres que tiverem nascido antes. Somente em 2012 (!) houve uma alteração na sucessão ao trono, que será dada ao primeiro filho do casal, independente de seu sexo;

– Na República dos Camarões, dentro um total de 18 países, um homem pode impedir que uma mulher trabalhe se ele for da opinião de que a atividade dela não irá contribuir para o bem da família. Uma lei como essa não é só discriminatória, mas impede que a mulher tenha renda independente e fuja da espiral da dependência e pobreza;

– Em 29 países do mundo, na Ásia e na África, o clítoris de meninas e mulheres é cortado como costume ancestral. Mais de 125 milhões de mulheres já foram vítimas dessa prática;

– A Arábia Saudita é o único país do mundo onde mulheres não podem dirigir carros!

O feminicídio é o ato máximo da violência contra a mulher, que não está só relacionado a violências externas (agressão, espancamento, estupro, assassinato, etc.) mas também a violências psicológicas (humilhação, coação, manipulação, perseguição, insulto, chantagem, ridicularização, vigilância constante, limitação do direito de ir e vir, etc.). No ano de 2015, o Brasil foi classificado como o quinto país com maior taxa de homicídio de mulheres. Segundo pesquisa da Datafolha, 33% da população brasileira diz acreditar que a vítima tem culpa em casos de estupro. Uma tristeza mundial: uma em cada cinco mulheres de até 18 anos já foi vítima de violência. Veja todas as formas de violência contra a mulher aqui.

Se você conhecer mais alguma lei ou proibição absurda contra mulheres, não deixe de incluí-la nos comentários. Se tiver algo a completar ou corrigir, agradeço por sua contribuição! Repasse este post, para que mais e mais mulheres entendam que precisamos ser amigas e irmãs umas das outras, lutando e defendendo o feminismo e a sororidade (irmadade entre mulheres). Muito obrigada!

Fontes: Jornal 20 Minutos da Suíça de 10/03/17, artigoTreibt Feminismus-Hype Männer in die Porno-Falle?”; website Global Citizen, artigo10 völlig absurde, frauenverachtende Gesetze, die auch heute noch existieren”, website La Informacion, artigo “La ablacion del clítoris se practica en 29 países de Asia y África”; website http://www.compromissoeatitude.org.br, artigo “Em muitos países, 25% ou mais acham justificável um homem bater na esposa”; website http://www.agenciabrasil.ebc.com.br, artigo “Violência doméstica mata cinco mulheres por hora diariamente em todo o mundo”; página www.ultimosegundo.ig.com.br, artigo “Meus pais me ameaçavam com motossera”: veja casos de violência contra a mulher”, página www.cnj.jus.br, artigo “Formas de violência”.

::Copa do Mundo de Futebol Feminino na Alemanha::

05/07/2011

Hoje foi a 1a. vez que assisti um jogo do atual campeonato e gostei do que vi! A Alemanha ganhou da França de 4 x 2, e jogou bem. Nos últimos dias a equipe alemã estava sendo muito criticada e este parece ter sido o jogo da virada. O futebol feminino parece ganhar um pouco mais de espaço, mas muitos repórteres ainda parecem não saber como lidar com a “coisa”. Depois de ter dado uma olhada no Portal UOL e na página da revista alemã Der Spiegel, parece que a “coisa” tem mais valor aqui na Alemanha, pois o noticiário sobre o atual campeonato mundial feminino de futebol está meio escondido na 1a. página do portal brasileiro. A revista alemã, por sua vez, resume aqui o problema do futebol feminino:

“Frau zu sein ist schwer:
man muss denken wie ein Mann,
sich benehmen wie eine Dame,
aussehen wie ein Mädchen
und schuften wie ein Pferd.
Und für die gleiche Arbeit
ein deutlich niedrigeres Gehalt akzeptieren
wie die männliche Konkurrenz”.

“É difícil ser mulher:
temos que pensar como um homem,
nos comportar como uma dama,
ter o aspecto físico de uma garota
e trabalhar como um cavalo.
E temos que aceitar que para o mesmo trabalho
podemos receber um salário bem mais baixo
que o da concorrência masculina.”

Ainda bem que a diferença de salários encontrada no futebol não se repete em todos os outros campos profissionais! O que seria de nós, não é mesmo? Mas fica uma pergunta no ar: quando será que os esportes femininos terão a mesma importância na mídia quanto os masculinos?

Enquanto isso, os repórteres brasileiros vão descobrindo com a cobertura do atual campeonato que a Alemanha é composta de várias cidades médias e pequenas, existindo poucas cidades cuja concentração de habitantes seja tão grande como nas grandes cidades do Brasil. Leia o artigo aqui (“Brasil deixa o interior, chega à cidade grande e reencontra o verão europeu”).

Aqui outra reportagem da Deutsche Welle sobre a repercussão do time brasileiro na mídia alemã.

Fonte: Der Spiegel, Portal UOL e Deutsche Welle, vários artigos de junho de 2011

::Meio a meio::

09/06/2008

Meu coração é metade verde e amarelo e a outra metade é preta, vermelha e dourada. Falo isso sem querer ser arrogante ou por outro lado sem me sentir traidora das minhas origens. Moro aqui há 15 anos e sou orgulhosa tanto do Brasil quanto da Alemanha, considero ambas as nações dignas de respeito e de amor e sinto que as duas são diferentes, mas não superiores ou inferiores entre si. Há pontos bons e ruins aqui e lá, não há um país perfeito neste mundo.

GuerreiroDá pra perceber quando assisto a um jogo de futebol, como o que acabou de acontecer hoje da Alemanha contra a Polônia: vibro como se fosse o time brasileiro que estivesse jogando, e tenho orgulho dos jogadores, torço para que eles cheguem a uma boa colocação e, se possível, ganhem o campeonato europeu de futebol, que começou ontem na Suíça e na Áustria. Só quando a Alemanha joga contra o Brasil, nas copas mundiais, é que “mudo de time” e torço de coração para o Brasil, minha pátria amada, lugar onde nasci e de onde vêm minhas raízes e minha cultura, minha visão de mundo. Mas como desta vez a competição é européia, estou torcendo 100% pela Alemanha. Detalhe: No jogo de hoje contra a Polônia havia um brasileiro recém-naturalizado polonês, chamado Roger Guerreiro. Alguém o conhece? Disseram que ele joga há 2 anos e meio em Warschau. Há mais brasileiros no campeonato: jogando no time da Turquia “Mehmet” Marco Aurelio e no time espanhol Marcos Senna. E no time alemão há dois dos melhores jogadores, Klose e Podolski, que nasceram na Polônia e o Podolski foi quem fez os dois gols da vitória do jogo de hoje. Mundo globalizado esse, nao é mesmo?

Mas eu só assisto jogos de futebol de grandes campeonatos. Fora deles, futebol não me interessa nem um pouco. Daí passam a ser 22 bobos correndo atrás de uma bola, pois pra mim futebol está ligado a festa e confraternização entre os povos e um joguinho de campeonato alemão ou brasileiro não chega a tamanha importância, pelo menos no meu modo subjetivo de ver este esporte.

Li nos jornais que fizeram um estudo aqui na Europa, dentre os países participantes do campeonato europeu de futebol, para analisar as preferências entre sexo e futebol. Somente na Itália e em Portugal as pessoas se dizem mais interessadas por sexo, nos demais países ganha o futebol. Será que é porque ele dura mais? Hehehehe… O futebol, desde a última copa mundial, deu ao torcedor alemão o direito de sentir orgulho do país, desde então ele tem a liberdade de poder ter um sentimento nacionalista saudável, o que é muito bom para o país. Todos falam aqui da “fábula do verão de 2006” e querem que ela se repita este ano. E enquanto o número de torcedores do sexo masculino continua mais ou menos o mesmo, o número de torcedoras do sexo feminino aumenta. Será que é porque tem realmente uns homens muito bonitos jogando futebol, vide o goleiro Artur Boruc da Polônia? Mesmo assim, contino não entendendo por que alguns esportes são quase que totalmente masculinos, por que os campeonatos femininos de alguns esportes não recebem a mesma pompa que os campeonatos dos homens. Para mim, tinha que ser tudo meio a meio, fifty-fifty para tudo entre homens e mulheres, em todos os campos possíveis e imagináveis, respeitando naturalmente a constituição física de cada sexo.

Aliás pulando pra este assunto, começaram a surgir alguns livros por aqui que tentam resgatar o nome de mulheres importantes ao longo da história, pois também a História tenta fazer acreditar que só homens ocuparam papéis importantes ao longo dos séculos. Acho isso de resgatar a história feminina super importante, pois a repetição de grandes atos depende também de bons exemplos, que teimam em não nos mostrar. E também com o fim de mostrar que, na realidade, o yin-yang, a convivência construtiva e positiva entre homens e mulheres é que tende a ser boa para ambas as partes. A solução está no meio do caminho. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.


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