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Posts Tagged ‘exterior’

::The Liebster Award – dica de blogs::

27/11/2017

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A internet está cheia de surpresas! Desta vez, certamente com algum atraso, descobri que a Raquel do blog Backpackingalone me incluiu nesse post dela, na questão seguinte:

4. Vc já encontrou com alguma pessoa que você admira pessoalmente? (escritor, ator, etc.)
Sim, Sandra Santos do blog Mineirinha n’Alemanha e The Backstreet Boys.

Kkkkk…. Eu e o Backstreet Boys!… Raquel, muito obrigada pelo carinho! Você sabe que é recíproco!

Bom, quem foi parar nesse post tão por acaso como eu, tem agora a honra de ter ganhado esse prêmio, e por isso ter o prazer de responder às 12 perguntas abaixo:

1. Qual é seu nome e apelido?
Meu nome é Sandra, meu apelido é Sandrinha para os amigos, Doquinha/Minhoca para meus pais e irmãos.

2. Seu blog é sobre quais assuntos?
Viver e trabalhar na Alemanha, cultura alemã, o lugar e espaço da mulher no mundo de hoje, feminismo, mulheres fortes, diversidade, inclusão, multiculturalismo, viagens, atualidades gerais.

3. Por que você escreve um blog?
Gosto de escrever, de compartilhar minhas experiências, trocar ideias, fazer amizades e ajudar os conterrâneos a crescerem junto comigo!

4. Qual é o seu filme predileto? O que te chamou atenção no filme?
No momento é o último filme que vi, hoje à noite, Malala. Quanta transparência na missão dessa menina, quanta determinação, quanta coragem e sabedoria! Ainda mais olhando pela perspectiva de que ela ainda é muito jovem e já passou por um grande trauma! Ganhou merecidamente o Prêmio Nobel da Paz em 2014 por lutar pelo direito de meninas à educação.

5. Mudando de assunto… qual é a cor de roupas que predomina no seu armário?
Bege e vinho, minhas cores prediletas.

6. Comida favorita?
Amo comida do mundo todo! E adoro comida mineira: arroz, feijão, couve, ovo frito, salada, frango com quiabo, angu, feijão tropeiro, feijoada… a lista seria interminável. A solução é ir comer em restaurante com muita opção!

7. Recomende um livro. Por que você o recomenda?
Trotzdem ja zum Leben sagen – ein Psychologe erlebt das Konzentrationslager do Viktor Frankl. É um livro de um psiquiatra austríaco, judeu, que teve a oportunidade de ir para os EUA antes da Guerra e preferiu ficar para cuidar de seus pais, foi parar em um campo de concentração, conta sobre sua experiência por lá e apresenta a teoria da logoterapia, que aposta no encontro da sentida da vida para a cura de várias questões. Ele prega o encontro da dignidade de viver a vida em busca de amor, de encontro com os nossos talentos e sabendo/aprendendo a aceitar aquilo que não podemos mudar em nossas vidas. Pra mim foi como se tivesse encontrado uma alma gêmea, me identifiquei imediatamente com os pensamentos de Viktor Frankl! A leitura desse livro me marcou para toda a vida!

8. Cite um país ou uma cidade que pretende conhecer algum dia.
Algarve, em Portugal. Planejo conhecer em breve…

9. Qual matéria da escola você mais gostava?
Eram muitas!… Português, inglês, história, geografia…

10. O que na vida te deixa curioso?
O ser humano. Cada um de nós é uma ilha esperando por ser descoberta.

11. Sorvete ou picolé?
Sorvete!

12. Quais blogs além do meu você já passou um tempo lendo?
Consulta Sentimental, da Silvia Angerami, para quem passo a tarefa de participar dessa brincadeira com as seguintes perguntas:

1. Seu nome e apelido.
2. Quais são seus hobbies?
3. Qual foi o conselho sentimental mais marcante que você já deu no seu blog?
4. Você sabe quais são as pessoas que você conhece que eu também conheço, pessoal ou virtualmente? Caso saiba, quais são elas?
5. Depois de ter lançado o livro de tantas pessoas, como foi a experiência de escrever seu próprio livro?
6. Fale um pouco sobre seu livro, o Destino Algarve.
7. Como é sair da muvuca de Sampa e ir morar em uma cidade litorânea do sul de Portugal?
8. O que mais te impressionou até agora com relação à vida europeia?
9. Desde que se mudou para Portugal, qual foi o lugar mais lindo que você já conheceu?
10. Qual é uma cidade ou país que quer conhecer em breve?
11. Qual é sua música predileta e por quê?
12. Se você tivesse um único pedido para fazer para o gênio da lâmpada, qual seria esse pedido?

Silvia, aqui estão as Regras do Jogo:

– Inserir no post a imagem com o selo Liebster Award.
– Escrever 12 fatos sobre você (eram 11, mas a Raquel fez 12 perguntas e eu tbém fiz!)
– Responder as perguntas de quem indicou a TAG.
– Fazer 12 perguntas pra os blogs que você indicar.
– Linkar de volta quem te indicou!

::Saudade::

20/04/2016

Saudade é uma palavra densa

Profunda no significado

Quanto menos a gente pensa

Se vê por ela fisgado

 

Uma noite, tudo em paz

Tudo por mim conhecido

Em menos de um segundo

Vejo-me pego e vencido

 

Um sentimento de perda

Um vão, um adeus

Invariavelmente aquela cerca

Dita o que é de Deus

 

Uma lágrima no olho

Doces lembranças

Parte do meu miolo

Muitas esperanças

 

Inspirada por Rainer Maria Rilke

::Eterna dor de expatriado::

16/04/2016

Achei esse poema na internet, cujo título na realidade é “Me perdoem por estar tão longe”, mas tomei a liberdade de intitular este post como “Eterna dor de expatriado”, pois foi esse sentimento, nu e cru, que o poema me passou. E que acho que muitos vão sentir o mesmo…

Poema de Ruth Manus

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Me perdoem por estar tão longe

E por tentar estar presente com tão pouco. 

Venho pedir que me desculpem

Por todos os dias em que eu não estou

Por todos aniversário aos quais eu não vou

Pelas tantas vezes em que a ligação falhou

Por ter que ser tão menos do que realmente sou

 

Venho dizer o quanto sinto

Por todos os almoços em que meu lugar sobra

Por ainda não ter visitado a casa nova

Por não ter ajudado com as coisas da obra

Por tantas vezes colocar o amor de vocês à prova

 

Eu juro que queria

Queria ter ajudado a sarar todas as doenças

Queria poder ser verdadeira presença

Queria segurar aquelas sacolas imensas

Queria fazer massagem nas suas costas tão tensas

 

Venho me desculpar

Por todos os copos de água que eu não busquei

Por toda louça suja que eu não lavei

Por todas as piadas que eu não contei

Por todas as dores que eu não abracei

 

Eu juro que queria

Segurar os cabelos de quem vomitava

Segurar o elevador para quem demorava

Segurar a onda de quem tanto chorava

Segurar as mãos sem precisar dizer nada

 

Me perdoem

Por ser uma imagem na tela do celular

Por ser um áudio que eu nunca termino de gravar

Por ser uma história que nunca dá tempo de contar

Por ser uma ausência com a qual vocês aprenderam a lidar

 

Me desculpem

Pelos tropeços dos quais não ri

Pelos pensamentos que eu não li

Me desculpem

Por saber o quanto minha falta dói por aí

E por não saber fingir

Que ela não dói

Igualmente

Sempre

E tanto

Aqui.

 

::Nova Era – Leitura em Frankfurt::

30/05/2015

::Nova Era::.

Gente, eu me repito. Pelo menos posso afirmar que continuo comigo, sou autêntica naquilo que penso e como vivo. Estou comigo aqui e agora.

A leitura do “Mineirinha n’Alemanha” em Frankfurt foi a mais gratificante de todas as que já tinha feito antes. Fico muito grata à Imbradiva e à TFM pelo convite! Casa cheia, muitas perguntas, muita troca, público interessado e muito interessante. Vieram leitores de Marburg me ver! Fiz novas amizades!  Há presente maior que um livro possa te dar?!? Pra mim não! Escrevo pela troca, pra mim, por mim, pra todos, por todos. Quem quiser, pode ver fotos do evento no Facebook aqui.

Frankfurt foi a primeira cidade que visitei quando vim à Alemanha em 1991. Foi emocionante pisar nos mesmos lugares depois de 24 anos. Saiu até um poeminha, que eu li no começo da leitura do livro na TFM, dia 22/05/15:

Frankfurt (poeminha feito durante meu almoço na Hauptwache em 22/05/15, inspirada pelo saxofone que ouço, misturado a uma violinha clássica vinda do outro lado da praça, inspirada também por Fernando Pessoa. À minha frente, gente do mundo perambulando pela cidade, uma igreja e muito arranha-céu)

 

É uma verdadeira

Torre de Babel

Cheia

De letreiros, de papel

 

Gente

De todo canto

Músicas, sons

Até com espanto

 

Tem chinês,

Brasileiro,

Estrangeiro do Havaí

E até português!

(Se bobear, até um alemão

Vai ser achado por aqui!)

 

Tanta língua

Tanta gente

Velho e novo

Cidade contente

 

Primeira cidade alemã

Que eu conheci

Pena que fico aqui

Só até amanhã!…

::Saldo de dois shows – Gilberto Gil & Ed Motta::

02/11/2014

Ir a um show de um artista brasileiro no exterior tem um significado diferente do que teria se estivéssemos ainda no Brasil. É um misto de voltar às origens, encontrar pessoas que falam a nossa língua, que potencialmente vão cantar as mesmas músicas que queremos cantar, é uma oportunidade para rever amigos e, quem sabe, fazer novos. De qualquer maneira, é um momento de lazer, misturado a um momento de instropecção, de encontro conosco mesmo. É um momento onde achamos que estamos meio em casa, apesar de tão longe. Entramos numa bolha imaginária e queremos…. cantar, dar asas à nossa alma.

Nem sempre isso é possível – ainda mais se formos a um show em Zurique, que ainda que possa ser um pouco estranho, é a maior cidade europeia mais próxima da minha casa, que moro no extremo sul da Alemanha. No show do Gilberto Gil, por exemplo, que ganhei de presente das minhas amigas brasileiras aqui de perto de casa (mais uma vez: obrigada!), o público foi selecionado pelo preço das entradas. E com esta seleção, vieram as exigências do mesmo. Aqueles que pagaram caro para assistir de perto uma lenda da música brasileira, estavam sentados, bem de frente ao cantor. Muitos deles eram casais bi-nacionais, eram praticamente uma mistura de 50% de brasileiros e 50% de suíços. Resultado: os suíços que pagaram caro para assistir o show de pertinho ficavam reclamando o tempo todo dos brasileiros, chamando a atenção deles, pedindo que se calassem para que eles pudessem apreciar a arte do cantor… enquanto o Gilberto Gil pedia participação, esperava que o público cantasse com ele… Foi assim o tempo todo. O lado bom foi que eu estava no meio da galera em pé e, pelo menos onde eu estava, eu podia cantar. E cantei… O Gilberto Gil parecia um velhinho feliz, com um sorrisão estampado no rosto, um violão na mão e a certeza de que não devia nada a ninguém. E cantou… e maravilhou o público. Cantou velhos sucessos e apresentou alguns novos. A maioria deles, claro, em português, falando um bom inglês para se comunicar com o público. “Rio, rio, rio, rio e choro, choro e rio…

Ontem foi o show do Ed Motta, também em Zurique. O público era jovem e parecia querer dançar. Ninguém estava lá para “podar” ninguém. Eu, da minha parte, fui pra lá com duas músicas fixas dele na minha cabeça. Queria ouvir e cantar, por exemplo “Manuel”, sucesso antigo, mas mais atual do que nunca… “Se eu fosse americano/um político minha vida não seria assim, hé, hé…” Sabia que o Ed Motta tem uma coleção de 30.000 discos em sua casa, que sua influência é de muita música estrangeira, de grandes nomes do jazz, pop e soul internacional, tinha ouvido o último CD dele e notado que ele estava cantando muito em inglês, mas acreditei que ele saberia dividir a atenção do público entre sua nova e antiga arte, misturando músicas em inglês com português. Errei: ele quase só cantou em inglês. ..Cantou muito bem – diga-se de pasagem, com aquele vozeirão inacreditável, aquela dádiva de Deus – e interagiu muito bem com o público, trouxe excelentes artistas consigo (que não puderam mostrar seu potencial porque a baixa qualidade da aparelhagem do som não deixou), fez uma sessão de beat box linda, mas cantou quase que 100% só em inglês. Cantou música dele, cantou música de Deus e o povo. Mas deixou seus próprios sucessos em português de lado. O show foi chegando ao fim e as minhas esperanças também, junto dele.

No final do show, realizei que teria mesmo que voltar pra casa e buscar em vídeos do YouTube as músicas que queria tanto ter ouvido ao vivo, pensei que eu tinha ficado na linha do tempo, que a arte dele tinha avançado, enquanto eu conhecia e queria ter ouvido os sucesssos antigos dele. Comentei com minha amiga, a Chris, com quem tinha ido ao show, e ela não me deu razão. Seu argumento foi que se ele cantou sucessos antigos americanos, de 20-30 anos atrás, por que não haveria de poder cantar seus próprios sucessos em português? E sabe que ela tinha razão?!? Bom,a turné dele ainda não acabou na Europa. Espero que ele cante alguns de seus sucessos por aí!… Pra mim, fiquei com uma admiração ainda maior pelo artista, mas saí dali de Zurique com um gostinho de quero mais. Quero mesmo é poder ir a um show de um artista brasileiro no exterior e comungar com outros e comigo mesma minha cultura.

No Facebook do artista, achei um pouco uma explicação para tanto inglês (também no show): “Eu publico em inglês porque estou numa tour entre USA e Europa. Tirando Portugal ninguém fala português… Preciso me comunicar com um número maior de pessoas. O inglês é língua universal, o mundo inteiro fala ou se esforça. O Brasil não se esforça para nada fora da zona de comforto. Eu só leio em inglês, não leio NENHUMA publicação brasileira faz muitos e muitos anos. Eu sonho em inglês etc. O mundo como conhecemos fala inglês.” Post de 01.11.14, Record Collector Magazine

Com vocês, Ed Motta:

::Contribua para o novo projeto de livro da Mineirinha::

12/04/2014

Borboletas com livroEstou com novo projeto de livro, desta vez focando o lado profissional e nós, mulheres. O livro por enquanto, na falta de nome melhor, está intitulado “Guia de Apoio Profissional para Mulheres no Exterior”.

Vai ser um livro de mulher pra mulher, dando muitas dicas de como crescer profissionalmente fora do seu país de origem. Chamei uma amigona minha pra participar, a Chris, que tem insights muito bons sobre a condição humana. E estamos indo bem! Já são quase 10 páginas escritas e o índice já está pronto!

O livro é voltado pro público feminino, mas serve também para os homens, claro, pois há muitas dicas que se aplicam também a eles. E está voltado de forma específica para a Alemanha, mas serve para pessoas vivendo fora e dentro do Brasil, além de para pessoas de outros países de língua portuguesa, pois as grandes questões ligadas à busca profissional e ao mercado de trabalho de hoje em dia se repetem mundialmente, transpondo barreiras geográficas.

Talvez vocês queiram deixar questões, ou mesmo enviá-las por mensagem, que gostariam de ter tratadas no livro? Seria um prazer “ler” vocês!

::Dia da Mulher::

26/02/2014

Acabo de comprar minhas passagens pra participar do evento! Agradeço pelo convite da também autora Alexandra Magalhães Zeiner! Vai ter sorteio de um livro da “Mineirinha n’Alemanha” por lá! 🙂

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::Nota informativa do consulado brasileiro de Munique::

02/08/2012

O Programa Ciência sem Fronteiras disponibilizou, desde o último dia 31 de julho, novas chamadas para graduação-sanduíche na Alemanha, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, Países Baixos e Reino Unido.

As inscrições poderão ser realizadas entre 06 de agosto e 14 de setembro de 2012.

Como novidade dessas chamadas, destacam-se as especificações ou a inclusão dos seguintes campos de estudo: (i) Indústria Criativa, voltada para projetos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação (arquitetura, design, software, jogos de computadores, cinema, vídeo, fotografia, música, artes, televisão, conteúdos digitais, editoração e publicação eletrônica); (ii) Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva; e (iii) Formação de Tecnólogos, em todas as áreas e temas já contemplados pelo Programa.

Maiores informações podem ser encontradas no sítio eletrônico: http://www.cienciasemfronteiras.gov.br.

::Pensamento do dia::

18/06/2012

“Muitos alemães na realidade não buscam em suas viagens ao exterior um país estrangeiro, mas sim uma Alemanha com sol.”
Erwin Kurt Scheuch, sociólogo

“Auf Reisen suchen viele Deutsche eigentlich nicht das fremde Land, sondern Deutschland mit Sonne”.
Erwin Kurt Scheuch, Soziologe

::AIESEC: estágios remunerados no exterior / hospedar intercambista é ótima maneira de expandir culturas::

16/03/2012

A AIESEC de Porto Alegre, através da Priscila Daniel, me pediu pra divulgar o texto a seguir, o que atendo com o maior prazer na condição de ex-estagiária da AIESEC aqui na Alemanha:



ONG jovem abre processo seletivo para novos participantes

A AIESEC, maior organização de jovens do mundo, está com o processo seletivo aberto. Universitários e recém-formados de 18 a 30 anos podem se inscrever até dia 12/04. Através da campanha “Quando você muda, você muda o mundo”, a AIESEC oferece a oportunidade de viver experiências de gestão de equipes dentro da organização e realizar intercâmbios sociais
e profissionais no exterior.

O escritório da organização em Porto Alegre fica localizado na Escola de Administração da UFRGS e conta com o apoio de empresas como Gerdau e AMCHAM, além de universidades como a UFRGS, PUCRS, ESPM, Unirritter e UCS.

A AIESEC foi criada em 1948. Hoje, ela está presente em mais de 110 países e territórios e é formada por mais de 32.000 jovens universitários. No Brasil, são mais de 2 mil membros em 33 escritórios. A organização segue crescendo e há mais de 60 anos mantém o objetivo de formar jovens líderes socialmente responsáveis, empreendedores e com visão global, incluindo respeito à diversidade cultural e étnica como promoção da paz mundial.

Para mais informações sobre o processo seletivo acesse o site da AIESEC em Porto Alegre http://www.aiesec.org.br/porto-alegre/ ou ligue para (51) 3308-3684.

Hospedar intercambista é ótima maneira de expandir culturas

Ser um host é hospedar um estrangeiro durante um intercâmbio. Através dessa experiência, é possível conviver com outra cultura, aprender uma nova língua e enriquecer o repertório de conhecimentos sem sair de casa. Buscando difundir essa experiência, a AIESEC, a maior organização de jovens do mundo, lança uma campanha que motiva os jovens a receberem colegas em casa por um curto período de tempo.

Hospedar alguém de outro país é uma experiência semelhante a um intercâmbio. Para Lucas Silva, estudante de 24 anos, que hospedou Irina Maryina, da Rússia, a vivência trouxe pontos positivos. “Sempre
que eu chegava em casa, ela estava me esperando para jantar e querendo contar tudo que havia passado no dia e com outro tanto de perguntas”, lembra. Irina trabalhou no projeto EduAction, da AIESEC, dando aulas
de empreendedorismo, sustentabilidade e visão global em escolas públicas da capital por três meses.

O exercício de um outro idioma também incentiva abrir as portas de sua casa: “Nunca pratiquei tanto o inglês quanto naquele período”, conta Lucas, que se comunicava em inglês com a colega russa.

A AIESEC foi criada em 1948. Hoje, ela está presente em mais de 100 países e é formada por mais de 32.000 jovens universitários. No Brasil, são mais de 2 mil membros em 33 escritórios. A organização
segue crescendo e há mais de 60 anos mantém o objetivo de formar jovens líderes socialmente responsáveis, empreendedores e com visão global, incluindo respeito à diversidade cultural e étnica como
promoção da paz mundial.

Para se inscrever, basta entrar em contato com a AIESEC Porto Alegre, através do email: portoalegre@aiesec.org.br, ou pelo telefone 3308 3684.


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