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Posts Tagged ‘amizade’

::O que é melhor no Brasil?::

17/11/2017

Dando uma pesquisada por determinadas palavras no emaranhado de posts do meu blog, achei o que queria, e por acaso li esse post, que por sua vez me levou ao blog do Dago e da Cíntia, que me levou a seus comentários. Deu pra vc se reconhecer quando queria só olhar uma coisinha bem rapidinho e acabou caindo de novo (confesse, isso te acontece muitas vezes…) no esquema suga-tempo da internet?

Mas a parte boa da história foi que nos comentários achei essa pérola bem humorada:


What’s better in Brasil? Lots of things:
– Caipirinha
– Girls wear less clothes 😛
– no matter how I speak: important is to be understood
– People don’t dislike chimarrão (strong green tea)
– People share more than divide (a group divides prices for a meal by count of persons) –> less democratic but nice social gesture
– Girls wear less clothes
– Traveling is cheap, at least by 14h bus ride for us guys
– it rains less than 1/2 a year continuosly
– aligators, snakes and monkeys in buses (serious! promise!) 😉

And last: girls wear less clothes.

…que o Dago respondeu à altura, comparando com a Alemanha:

Girls wear less clothes…yes, mainly at the beach. But let me say: in the short time I was in Germany I saw several naked people near a lake, or sun-bathing at a river shore. Never have I seen that here 🙂

Se alguém precisar de tradução, é só avisar que faço mais tarde. Agora ainda tô morta da semana, praticamente caindo de sono…

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::Recomendação de leitura::

18/04/2016

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Quando um bom livro chega ao fim,

é como se tivéssemos que nos despedir

de um bom amigo recém-feito

 

Por isso, ao contrário de um filme,

Que não tenho como evitar que acabe

Evitei com a dor do fim

Que o livro (e a viagem) dos gêmeos acabasse…

 

Os doidos dos alemães, num bom sentido,

Andaram mais de 13 mil km de bicicleta

De Berlim a Shanghai

Quando fizeram 30 anos,

(O que eles contam em outro livro)

 

E aos 33, idade de Cristo,

Resolveram dar a volta ao mundo

Sem dinheiro

 

Ficaram os três primeiros dias da viagem

Em Berlim

Pois no começo encontraram muitos

Que deles duvidaram

 

Mas depois….

Descubra você mesmo!

E deixe que eles conquistem a sua amizade

Como aconteceu comigo

 

(Dica: os vídeos das viagens

são muito legais!

Com muitas descobertas,

também musicais!)

::Amizade sem brigas::

26/07/2014

Você tem um amigo com quem nunca brigou?

Eu tenho uma amiga assim, e ela tem 68 anos. É a única amiga de idade alemã, ex-colega de trabalho, com quem dividi o mesmo escritório de 1998 até o ano de 2000.

Os anos se passaram, e nossa amizade continuou. E eu nunca tinha percebido que nunca tinha brigado com ela. Ursula me chamou atenção para este fato da última vez que a visitei. Como não poderia deixar de ser, eu faço tudo errado, e ela me ama mesmo assim. Ela desculpa o fato de que eu marco um horário e não consigo chegar no horário combinado na casa dela. Chego de mãos vazias, apressada de um lugar pro outro, no meio da correria da vida de segunda a sexta, suando com o sol europeu, com o qual muitos do Brasil acreditariam que não seria suficiente para suar. Chego de mãos abanando e sou recepcionada com um sorriso, com um café, com a melhor porcelana, com biscoitinhos e carinhos. Ela nasceu no mesmo dia do meu marido e de um ex-namorado meu. Coincidência? Eu sempre fui rodeada de leões, o signo, iso é o que quero dizer. E apesar de ser leonina, durona, decidida, orgulhosa, de opinião inabalável e muito senhora de si, ela gosta de mim e eu dela. Amor gratuito. Simples assim.

Foi dela que recebi a oferta do “du”, o tu em português, que tem um significado tão especial de aceitação e respeito, de abertura de portas e escancaramento de janelas psicológicas, logo no primeiro dia de trabalho. O comentário veio acompanhado de um sorriso:

Mädel, du gefählst mir, du darfst mich duzen. (Menina, gostei de você, pode me chamar de Ursula).

Com esta oferta, para a qual nem soube dar tanto valor há tantos anos atrás, eu ganhei uma amiga para sempre. Ela tem me acompanhado nos sobes e deces da vida nesses 16 anos que nos conhecemos e nunca deixou de acreditar em mim. Quando eu faltava ao trabalho, por motivo de doença, minha ou da Taísa, ou por passar férias em algum canto, voltava ao escritório e minha mesa estava limpa, ela tinha feito todo o trabalho. Um grande exemplo de solidariedade que levei para a vida. A única vez que veio me visitar em casa foi quando o Daniel veio ao mundo, em 2005. E eu não sou a melhor amiga do mundo no que diz respeito a ligar sempre, acompanhar a vida do outro, portanto passamos alguns anos sem muito contato, mas a chama da amizade nunca apagou.

Há alguns anos atrás tive um trabalho perto da casa dela. Passei a ir lá com mais frequência, falávamos do passado, do hoje, dos filhos, do meu trabalho, de quando ela trabalhava, do nosso mínimo passado comum. Na mesa dela, a foto do marido morto que eu nunca conheci. Eu poderia ser filha dela. Ela tem uma filha única da mesma idade que eu, que só conheco por foto. Um dia ela me perguntou se poderia cortar um cachinho meu pra mostrar pra filha dela. Lógico que concordei. Se estou lá e ela atende o telefone, altera a fala do alemão padrão para o dialeto, que eu por sorte também entendo, e comenta que está recebendo visita de uma amiga querida que vem do Brasil.

Da última vez saí da casa dela com vários presentinhos: um vidrinho de marmelada, ervas do seu jardim, amor embalado pra levar pra casa. Da próxima vez vou lhe trazer uns potinhos de flores pra enfeitar sua entrada, nem de todo voada eu sou. Mas o carinho gratuito dela me deixa feliz e perplexa, pois amor gratuito e sem interesse é algo difícl de se achar neste mundo de cão.

Fonte de inspiração: texto escrito logo após de assistir o filme “Das Labyrinth der Wörter” (em português “Minhas tardes com Margheritte), que também fala de uma bela amizade entre gerações diferentes, cujo livro também li, indico por ser muito lindo e bem escrito. Ele é de autoria de Marie-Sabine Roger.

::Amigo oculto da Mineirinha::

16/11/2013

Registre-se até dia 30/11/13 nesta página e escolha o grupo “Mineirinha”.

Sorteio: 01/12/13
Valor: 10 reais, envio à parte
Objetivo: fazer amizade trocando pequenos presentes de Natal! 🙂

O registro é a confirmação da sua participação. Como só dá pra colocar o código postal brasileiro com 8 digitos, eu digitei o CEP da minha cidade natal no Brasil e escolhi o estado correspondente. Depois recebi um link por e-mail, que confirmei e assim pode-se escolher o grupo “Mineirinha”. Depois do sorteio trocamos os endereços corretos com a pessoa correspondente, ok?

::Feliz dia do amigo!::

21/07/2012

Ontem à noite estava aqui em casa dividindo a noite com Amigas com “A” maíusculo, já comemorando esta data linda. Hoje recebo este texto lindo de outra amiga do Brasil, a Alessandra. Obrigada por sua existência, amiga(o)s! 🙂
°°°
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências …
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer…
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.

Autoria: Vinícius de Moraes

::Frases do Grande Poeta, Carlos Drummond de Andrade::

27/06/2011

“A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.”

***
“A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca.”

***
“Os homens distinguem-se pelo que fazem, as mulheres pelo que levam os homens a fazer.”

***
“Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons.”

***
“No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam.”

***
“Como as plantas a amizade não deve ser muito nem pouco regada.”

***
“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.”

***
“Há vários motivos para não se amar uma pessoa e um só para amá-la.”

***
“Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.”

Fonte: Pensador.Info

::Cadê a Mineirinha? Where the hell is Matt?::

01/08/2010

A Mineirinha anda aproveitando o verão e sua mãezinha, que está passeando do lado de cá. Organizamos dois encontros no lago hoje e no domingo passado, cada um com grupos totalmente diferentes mas ambos super legais: semana passada vieram pra cá os brasileiros das redondezas e suas respectivas famílias, gente de todo canto do Brasil, do extremo norte ao extremo sul, inclusive um russo super fofo, namorado de outra Mineirinha n’Alemanha, um marido e filhos suíços e outra mamãe argentina. Hoje estiveram aqui brasileiros de um pouco mais longe, alemães, um casal amigão meu (o marido da República dos Camarões e a esposa da Irlanda), que eu conheço desde o primeiro dia de Alemanha (desde 1993, portanto há 17 anos!), além de eu ter recebido a visita da Eve e marido, e da Liza, marido, filhote e amigos (todos mineiros, uai!). 😉 Acho que não tem mesmo coisa melhor: amizade, bom papo, amor dividido e compartilhado, sol, brisa e água fresca. Só tenho a agradecer pela visita de tantos amigos queridos! O vídeo abaixo reflete bastante como estou me sentindo, e como achei sua ideia e propósito fantásticos, o deixo aqui pra enfeitar a próxima semana de vocês. Fui! 🙂

Where the hell is Matt? – Cadê o Matt?

What are these humans doing? Dancing. Many humans on Earth exhibit periods of happiness, and one method of displaying happiness is dancing. Happiness and dancing transcend political boundaries and occur in practically every human society. Above, Matt Harding traveled through many nations on Earth, started dancing, and filmed the result. The video is perhaps a dramatic example that humans from all over planet Earth feel a common bond as part of a single species. Happiness is frequently contagious — few people are able to watch the above video without smiling.

°°°

O que estas pessoas estão fazendo? Dançando. Muitos humanos na Terra demonstram períodos de felicidade, e um dos métodos de fazer com que esta felicidade fique evidente é dançar. A felicidade e a dança transcendem barreiras políticas e acontecem praticamente em todas as sociedades. Acima, Matt Harding viajou por muitos países no mundo, começou a dançar, e filmou o resultado. Este vídeo talvez é um exemplo dramático de que pessoas de qualquer origem se sentem interligadas como parte de uma espécie comum. A felicidade é frequentemente contagiante – poucas pessoas conseguem olhar o vídeo acima sem sorrir! Você conseguiu? 😉

::Diversidade, amizade e outros “ades”::

21/02/2010

Eu tenho uma amiga que me achou na internet. Já não é a primeira vez que isso me acontece. Uma vez fiz uma boa amizade com alguém que entrou na internet no Brasil e colocou uma só palavra no Google: Alemanha. Não é doido? Pois a Zahira Herter me achou no site de relacionamentos Xing e nós nos vimos duas vezes em Munique. Ela é uma flor, muito linda mesmo, por dentro e por fora. Semana passada eu ganhei dela o seguinte poema, de sua autoria, que fala de diversidade e aceitação. Adorei e gostaria de dividir com vocês (Nota: meu francês está bastante enferrujado, quem quiser sugerir uma tradução mais apropriada para algum ponto do poema, eu agradeço!):

Cores…. além das cores…

Eu amo o amarelo e a cor turquesa
Às vezes eu me movimento
No meu vestido vermelho
Quando estou com este rei
Que se chama Flamenco
E me parece estar em branco
Então…o Flamenco
Acabou de se diminuir um pouco
A chama que sabe bem seduzir
No negro, onde eu me quedo acordada
E acima de tudo…
Fortemente maravilhada
Por estas cores douradas
Por estas florestas belas
De todo o universo
Onde eu também amo o verde 🙂
Quanto às outras cores
É suficiente misturá-las
Com fineza, com ternura,
Com doçura
E cada nova cor
É uma generosidade
Para toda a humanidade
Ela está aí
Nem cedo, nem tarde
Somente… na hora certa

Eu te mando um abraço e fico feliz
sempre que te vejo no Xing
você já mergulhou há muito no meu coração
e quando você chega à superfície, o sol brilha, simplesmente o sol 😉
E quando o sol brilha, todos os rostos se iluminam e as outras
flores sorriem também…
E quando as outras flores ficam felizes, a Terra onde moramos
também fica feliz
E enquanto vivermos, iremos doar, e enquanto estivermos doando,
Receberemos de volta da natureza…

Como você vê, Sandra querida, meu coração fala e conversa
com seu espírito, quer você esteja aqui, quer esteja viajando,
Meu coração está conversando constantemente comigo e eu, eu o ouço com atenção 😉
Beijos para sua família, amigos, conhecidos e
desconhecidos, para todos juntos.
Zahira Herter

***

Couleurs….au delà des couleurs…

J’aime le jaune et le turquoise
Quelque fois, je bouge
Dans ma robe rouge
Quand je suis avec ce roi
Qui s’apelle Flamenco
Et s’il m’arrive d’être en blanco
Après…….le Flamenco
C’est juste pour un peu réduire
La flamme qui sait bien séduire
Dans le noir où je reste éveillée
Et surtout….
Fort emerveillée
Par ces couleurs dorées
Par ces belles forêts
De tout l’univers
Où j’aime aussi le vert 🙂
Quant aux autres couleurs
Il suffit de mélanger
Avec finesse, avec tendresse
Avec douceur
Et chaque nouvelle couleur
Est une générosité
Pour toute l’humanité
Elle est là
ni tôt ni tard
Juste……à l’heure

Ich umarme Dich und freue mich,
immer wenn Du in Xing auftauchst,
in meinem Herzen bist du schon längst tief eingetaucht
und wenn Du hoch kommst, scheint die Sonne, einfach die Sonne 😉
Und wenn die Sonne scheint, scheinen alle Gesichter und die anderen
Blumen freuen sich….
Und wenn die anderen Blumen sich freuen, freut sich die Erde auf der
wir leben
Und so lange wir leben, werden wir geben und solange wie geben,
gibt uns die Natur immer zurück….

Du siehst, liebe Sandra, mein Herz spricht und bespricht Deinen
Geist, ob Du hier bist oder vereist,
Mein Herz spricht immer und ich höre, höre ihm aufmerksam zu 😉
Meine lieben Grüße an Deine Familie, Freunde und Bekannte und
Unbekannte, alle zusammen.
Zahira Herter

::Visita à Liza::

09/01/2010

Ontem eu e o Daniel fomos fazer uma pequena visita à Liza, que mora aqui no sul da Alemanha numa cidade no meio da Floresta Negra. Ela ganhou um livro na promoção de Natal da Mineirinha, e com a visita pude entregar o livro pessoalmente a ela. Apesar de geralmente adorar viajar de trem, resolvi ir de carro pois não passa trem na cidade dela e ficar no frio esperando pela conexão não dá pé, quer dizer, dá pé gelado, hehehehe…

Chegamos na casa dela pouco depois de uma hora de viagem, apesar das estradas estarem lotadas de neve e de ter nevado durante todo o percurso. O “Tudo Azul” (meu novo carro agora ganhou um nome), devidamente equipado de pneus de inverno, e o Tom Tom (o sistema de navegação) nos guiaram direitinho. Minha amizade com meu carrinho novo está crescendo!

A Liza é uma fofa. Ela tinha deixado a mesa pronta para o café-da-manhã, cozinhou um almoço super gostoso, não me deixou ajudar em nada na preparação do almoço e ainda me passou uma receita para pão de queijo que, segundo ela, faz com que nós brasileiros exilados consigamos fazer um pão de queijo que não perde em nada para o do Brasil. Estou doida para testar! Observe-se que a Liza também é mineira, portanto ela sabe do que está falando!

A tarde passou rapidinho, sendo que ainda fomos com os meninos, o Daniel e o Miguelzinho, visitar o marido Alberto na universidade, e durante a visita descobri que a “danada” da Liza é famosa e nunca tinha nos contado. Quando você entra na universidade, só da Liza por todo lado, o rosto dela saiu nas propagandas da universidade e está espalhado nos cartazes pelos corredores e nos panfletos da universidade! Confiram comigo:

Liza Mineirinha n'Alemanha

Eu e a Liza passamos a tarde toda tagarelando, enquanto os meninos brincavam. Conversamos de tudo um pouco, e também sobre amizades feitas através da internet. Eu, da minha parte, tive a felicidade de ter feito várias amizades através do meu blog, e tenho a agradecer que essa aproximação entre as pessoas seja possível, pois sem a internet estaríamos talvez morando próximos uns dos outros e não saberíamos da existência um do outro. Até hoje todas as amizades que fiz pela internet foram super legais e foi um barato conhecer as pessoas ao vivo. No meu caso já passaram de muito mais de 20 pessoas as que conheci ao vivo através da internet, e outras estão por vir, certamente!

Eu e o Dani voltamos pra casa de tardinha e meus bons companheiros, o Tudo Azul e o Tom Tom, nos guiaram novamente muito bem de volta pra casa. O carro só derrapou uma vez, e naquela hora passei a ouvir os batidos do meu coração… Apesar de morarmos relativamente perto uma da outra, a cidade da Liza é muito mais no alto, muito mais gelada e tem muito mais neve do que aqui onde moro. A neve era realmente muita por lá, o frio também (mais de 5°C de diferença) e só as rodovias estavam livres da neve, enquanto que todas as estradas secundárias estavam bastante perigosas…

O Tom Tom (meu GPS) merece um parágrafo à parte. Temos um sistema desses há poucos meses, desde que fomos a Munique no último verão e a Rê, minha irmã, tinha emprestado o dela para o Matthias ir sozinho de madrugada a uma cidade ao lado de Munique. Ele foi e voltou, adorou o sistema e assim que chegamos da viagem ele comprou um pra nós. Antes dele, a “Sandra Sandra” era o GPS daqui de casa, e ela até que funcionava direitinho, tendo guiado a família direto para a casa da irmã em Munique sem muitos problemas. Mas ter um sistema desses é muito bom. Claro que ele não enxerga desvios na pista, engarrafamentos e não é 100% correto em todas as informações que passa, e como boa mineira diria até que você “deve confiar nele desconfiando”, com um olho nele e outro na pista/nas placas, mas é super bom ter um “homem” (sim, o meu tem voz masculina!) te guiando por aí, dizendo direitinho o que fazer para chegar ao destino desejado. Engraçado é quando você tem que sair da rota, por exemplo quando a pista está em obras e é sugerido um desvio, e o sistema fica querendo te fazer voltar para a rota anteriormente sugerida. Ele sugere umas três vezes para que você faça um retorno, desiste, revoltado (deve até te xingar no seu íntimo porque você, aliás “como toda mulher”, não o ouve e só faz o que pensa), e por fim desiste de te pedir pra voltar e recalcula a rota a partir do ponto onde você está no momento. Com esta maquininha eu realmente conquistei minha independência como motorista, e passei a me sentir mil vezes mais segura na direção! 🙂

Agora que aprendi o caminho, quero voltar na Liza mais vezes, para os meninos poderem brincar mais juntos, para escalar com ela, Alberto e Miguelzinho uma das inúmeras montanhas da Floresta Negra, para aprender a fazer coxinha, para visitar o Museu do Relógio, etc.

Querida Liza: obrigada pela hospitalidade e seja sempre muito super bem-vinda aqui no lago de Constança também! Tive até a ideia de fazermos um encontro de blogueiros brasileiros aqui no lago no verão, que tal? Boa viagem pra você e sua família ao Brasil e aproveite cada segundo, recarregue suas baterias e curta a festa de aniversário do Miguelzinho, que está sendo preparada com tanto carinho! Até a volta!!!

::Quem quer fazer amizade com uma alemã em Frankfurt?::

08/11/2009

Recebi um recado da Tanja, uma alemã que acaba de se mudar para a região de Frankfurt e também de encomendar meu livro. Além do alemão, ela fala português, espanhol, inglês e francês. Ela trabalha na área médica com implantes cirúrgicos. A Tanja está a procura de brasileiros que queiram fazer amizade com ela e também oferece a oportunidade de tandem – o(a) brasileiro(a) treina seu alemão com ela e ela teria a oportunidade de treinar seu português. Quem quer entrar em contato e fazer uma nova amizade? Vejam o recado dela e deixem um comentário abaixo:

***

Olá todo mundo,

Meu nome é Tanja e acabo de chegar na região de Frankfurt. Interesso-me muito pelo Brasil: sua gente, cultura, regiões, língua e música, tudo o que está ligado ao Brasil. Por isso, gostaria de ter contato com brasileiros na região de Frakfurt para fazermos atividades culturais, sair para dançar ou fazer também um tandem. Também estaria interesada nas organizações, clubes ou asociações que tem por missão divulgar a cultura brasileira, facilitar o entendimento e sobretudo a compreensão mútua.

Ficarei muito feliz em obter umas indicações relativas ao que estou procurando ou até contatos com brasileiros.

Muito obrigada de antemão!

Até logo e um abraço,

Tanja


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