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Archive for the ‘Beagá’ Category

::The Liebster Award – dica de blogs::

27/11/2017

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A internet está cheia de surpresas! Desta vez, certamente com algum atraso, descobri que a Raquel do blog Backpackingalone me incluiu nesse post dela, na questão seguinte:

4. Vc já encontrou com alguma pessoa que você admira pessoalmente? (escritor, ator, etc.)
Sim, Sandra Santos do blog Mineirinha n’Alemanha e The Backstreet Boys.

Kkkkk…. Eu e o Backstreet Boys!… Raquel, muito obrigada pelo carinho! Você sabe que é recíproco!

Bom, quem foi parar nesse post tão por acaso como eu, tem agora a honra de ter ganhado esse prêmio, e por isso ter o prazer de responder às 12 perguntas abaixo:

1. Qual é seu nome e apelido?
Meu nome é Sandra, meu apelido é Sandrinha para os amigos, Doquinha/Minhoca para meus pais e irmãos.

2. Seu blog é sobre quais assuntos?
Viver e trabalhar na Alemanha, cultura alemã, o lugar e espaço da mulher no mundo de hoje, feminismo, mulheres fortes, diversidade, inclusão, multiculturalismo, viagens, atualidades gerais.

3. Por que você escreve um blog?
Gosto de escrever, de compartilhar minhas experiências, trocar ideias, fazer amizades e ajudar os conterrâneos a crescerem junto comigo!

4. Qual é o seu filme predileto? O que te chamou atenção no filme?
No momento é o último filme que vi, hoje à noite, Malala. Quanta transparência na missão dessa menina, quanta determinação, quanta coragem e sabedoria! Ainda mais olhando pela perspectiva de que ela ainda é muito jovem e já passou por um grande trauma! Ganhou merecidamente o Prêmio Nobel da Paz em 2014 por lutar pelo direito de meninas à educação.

5. Mudando de assunto… qual é a cor de roupas que predomina no seu armário?
Bege e vinho, minhas cores prediletas.

6. Comida favorita?
Amo comida do mundo todo! E adoro comida mineira: arroz, feijão, couve, ovo frito, salada, frango com quiabo, angu, feijão tropeiro, feijoada… a lista seria interminável. A solução é ir comer em restaurante com muita opção!

7. Recomende um livro. Por que você o recomenda?
Trotzdem ja zum Leben sagen – ein Psychologe erlebt das Konzentrationslager do Viktor Frankl. É um livro de um psiquiatra austríaco, judeu, que teve a oportunidade de ir para os EUA antes da Guerra e preferiu ficar para cuidar de seus pais, foi parar em um campo de concentração, conta sobre sua experiência por lá e apresenta a teoria da logoterapia, que aposta no encontro da sentida da vida para a cura de várias questões. Ele prega o encontro da dignidade de viver a vida em busca de amor, de encontro com os nossos talentos e sabendo/aprendendo a aceitar aquilo que não podemos mudar em nossas vidas. Pra mim foi como se tivesse encontrado uma alma gêmea, me identifiquei imediatamente com os pensamentos de Viktor Frankl! A leitura desse livro me marcou para toda a vida!

8. Cite um país ou uma cidade que pretende conhecer algum dia.
Algarve, em Portugal. Planejo conhecer em breve…

9. Qual matéria da escola você mais gostava?
Eram muitas!… Português, inglês, história, geografia…

10. O que na vida te deixa curioso?
O ser humano. Cada um de nós é uma ilha esperando por ser descoberta.

11. Sorvete ou picolé?
Sorvete!

12. Quais blogs além do meu você já passou um tempo lendo?
Consulta Sentimental, da Silvia Angerami, para quem passo a tarefa de participar dessa brincadeira com as seguintes perguntas:

1. Seu nome e apelido.
2. Quais são seus hobbies?
3. Qual foi o conselho sentimental mais marcante que você já deu no seu blog?
4. Você sabe quais são as pessoas que você conhece que eu também conheço, pessoal ou virtualmente? Caso saiba, quais são elas?
5. Depois de ter lançado o livro de tantas pessoas, como foi a experiência de escrever seu próprio livro?
6. Fale um pouco sobre seu livro, o Destino Algarve.
7. Como é sair da muvuca de Sampa e ir morar em uma cidade litorânea do sul de Portugal?
8. O que mais te impressionou até agora com relação à vida europeia?
9. Desde que se mudou para Portugal, qual foi o lugar mais lindo que você já conheceu?
10. Qual é uma cidade ou país que quer conhecer em breve?
11. Qual é sua música predileta e por quê?
12. Se você tivesse um único pedido para fazer para o gênio da lâmpada, qual seria esse pedido?

Silvia, aqui estão as Regras do Jogo:

– Inserir no post a imagem com o selo Liebster Award.
– Escrever 12 fatos sobre você (eram 11, mas a Raquel fez 12 perguntas e eu tbém fiz!)
– Responder as perguntas de quem indicou a TAG.
– Fazer 12 perguntas pra os blogs que você indicar.
– Linkar de volta quem te indicou!

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::Impressões durante minha visita ao Brasil::

31/08/2014

2014-08-04 12.27.29Estar de volta ao Brasil é sempre um exercício interessante… Tantas cores conhecidas! Tantas pessoas amadas, a uma distância mínima de um simples abraço! A magia do momento se instala sobre mim.

Como me sinto no Brasil? São sempre um turbilhão de emoções. Sinto-me muito grata por ter minha família por perto, por receber tanto carinho que nem sei se me é de direito, por poder rever meus amigos, por poder dar tantas gargalhadas e bater tantos papos legais. Estar um pouco menos online por causa do Wi-Fi nem sempre acessível faz, no final das contas, muito bem.

Vejo o verde da natureza e o vermelho da terra de Minas e me sinto em casa, do outro lado do mundo, mesmo tendo um canto onde também chamo de minha casa. Falo e canto o português e constato que este é o idioma onde sempre vou me sentir melhor, mais solta, mais segura, mesmo que morre até o fim da minha vida do outro lado do mundo. Posso mostrar para os meus filhos de onde vim, e relembrar tantas passagens de minha vida ao lado de minha família. Olhar fotos, relembar momentos especias. Temos um novo escritor na família! Meu tio Miranda lançou suas memórias, que são uma delícia de ler e nos acompanharam durante nossa viagem de Minas ao Espírito Santo.

Agora mesmo está um pouco frio e anda chovendo também, mas a temperatura não me importa, na realidade. Quero ver tudo o que posso ver, provar todos os sabores que posso provar, registrar o máximo de memórias que meu coração deixar. Estou aqui e agora e gosto muito disso.

As notícias do Brasil atual, infelizmente, são um tanto quanto preocupantes. O custo de vida bate, em muito, o da Alemanha. Continuo não entendendo como é possível viver com uma família por aqui. A população está muito endividada. Os imóveis se valorizaram tanto nos últimos anos, que tudo parece uma bolha imobiliária, feito a que estourou nos EUA em 2009. Os carros entupiram as cidades e as montadoras já têm problemas para se desvencilhar dos carros novos, que não têm muita saída no momento. Não chove na região sudeste e já começam a falar do racionamento da água. O país está prestes a escolher seu novo presidente, sendo que Marina ganhou 13 pontos nas pesquisas nos últimos 11 dias e poderia hoje ganhar de Dilma, e o Brasil se encontra numa recessão técnica, já que o PIB teve crescimento negativo nos primeiros dois trimestres do ano. Todos afirmam que assim que as eleições se passarem tanto a gasolina quanto a energia vão subir, levando consigo todos os outros preços para o alto e contribuindo para o aumento da inflação.

A Marina, ambientalista, afirma ser a favor das usinas nucleares. Não consigo entender como um país dotado de sol o ano inteiro e muitas praias continua não apostando em investir em energias limpas tais como a solar, eólica e a retirada das ondas do mar. Hoje aprendi que um empregador paga, em média, 2,1 salários brutos mensais para honrar todas as contribuições sociais, enquanto o valor pago na Alemanha é de 1,2 salários brutos. O desconto do empregado, por outro lado, é bem menor aqui, mas o cidadão vê somente os descontos e não enxerga onde os mesmos foram investidos em prol da comunidade.

Eu, da minha parte, continuo acreditando firmemente no futuro do Brasil. Em 20 anos fomos capazes de tirar 40 milhões do nível de pobreza, enquanto a Europa perdia a mesma quantidade de cidadãos para este patamar. Pagamos nossa dívida externa. Passamos a ser a 7ª. maior economia mundial. Temos cabeças pensantes, temos investido em bons programas como o Ciência sem Fronteiras, aumentando nossa troca de conhecimento em vários campos importantes para o desenvolvimento do país.

Vejo que é importante parar com este pensamento de curto prazo, de achar que a ganância justifica qualquer decisão. Vejo a importância de não desistir de alavancar este país, da contribuição pessoal de cada cidadão, da parcela de importância que cada um leva consigo, mesmo estando prestes à escolha do novo líder do país.

Continuo amando meu país e minhas raízes e desejando, da próxima vez que eu esteja aqui, que a moeda tenha se valorizado mais e que 2 reais possam comprar um euro como na época do lançamento do meu livro, no final de 2008. Por isso não altero o valor do mesmo. Ele continua custando 15,50 euros na Alemanha e 30 reais no Brasil. Aliás, já posso reabrir as vendas na Europa, pois em duas semanas estarei de volta e poderei enviar os livros pedidos até lá.

Estou inspirada! Estou com o projeto de dois novos livros, acabo de escrever algumas linhas em um deles. Assim, levo os ares do Brasil e da Alemanha neles, fecho o ciclo e tiro desta experiência algo para mim e para meus leitores.

::Divisor de águas::

06/07/2014

brasil

Ai Jesus, morar na Alemanha e passar por uma Copa onde a Alemanha está prestes a jogar contra o Brasil é algo bastante complicado! Eu levo comigo um amor condicional à minha pátria, acompanhado de um profundo respeito pelo país onde vivo já há quase metade de minha vida. Portanto, fica difícil puxar sardinha pra um lado só. Aqui em casa vamos, eu e meu marido, vestir cada um a camisa de seu time, levando também um acessório do outro país. Paz total dentro das quarto paredes. Mas… desde que o Neymar se machucou, e que perdemos nosso capitão, eu tive um instinto muito parecido com o que depois andei lendo na mídia brasileira: tive vontade de que ganhemos este título pelo Neymar, que não pode mais jogar na Copa tão sonhada por ele… Mesmo declarando abertamente de que ficaria feliz também se a Alemanha levasse o título, porque são uma seleção idônea, fazem um bom trabalho, não são arrogantes e querem muito levar o título desta vez, fugindo do padrão mostrado nos últimos anos de chegar sempre tão pertinho do título e sair de mãos abanando…

Mas pra dizer a verdade verdadeira, eu queria que o Brasil ganhasse na Copa e também nas urnas… Que saiba separar uma coisa da outra e não se deixe ser levado pelo Sistema de pão e circo institucionalizado no nosso país, de dar entretenimento ao povo e esperar que ele fique caladinho, agüentando todas as mazelas. Quando me dizem que acham que a Dilma vai ganhar nas próximas eleições, quase tenho um troço. Achava que o Aécio seria um bom candidato, mas desde que fiquei sabendo que ele bateu na namorada e parece ser dependente de drogas, pensei comigo que este não pode ser o neto de um homem que me impressionou como o seu avô, o Tancredo Neves. Não vou votar, porque moro longe do consulado brasileiro, mas há muitos milhões de pessoas que vão ter esta oportunidade dentro e for a do Brasil, e eu espero que eles usem o seu poder para alavancar mudanças altamente necessárias. E depois que fiquei sabendo que o ministro Joaquim Barbosa deixou seu cargo para se “aposentar”…

E é como naquela música do Zé do Caroço: e na hora que a televisão brasileira destrói toda a gente com sua novela… É que o Zé bota a boca no mundo, ele faz um discurso profundo, ele quer ver o bem da favela… Está nascendo um novo lider!…
Eu creio fortemente que o nosso país tem gente de todo tipo, inclusive correta e que realmente quer fazer algo pela população, mesmo que no momento eu não saiba direito quem é (ou são) esse(s) político(s). Nego-me a concordar com a opinião do escritor Luiz Ruffato de que no Brasil todo mundo é corrupto… Veja o texto dele aqui. Dar boas gorjetas é sinônimo de agradecimento por um serviço bem feito, o que é prática normal aqui na Alemanha. Acho necessário saber distinguir entre atos explícitos de corrupção e atos de gentileza e/ou agradecimento. E olha que a Alemanha é minimamente corrupta! E negócios sempre foram e são feitos entre pessoas – e não entre órgãos e/ou empresas. Se duas pessoas se entendem, a sintonia gera negócios. O que não está diretamente ligado a um ato de corrupção. Acho importante aniquilar aquilo que entendo por corrupção: o uso indevido do dinheiro público para suprir interesses próprios. O uso indevido de vantagens individuais para atingir objetivos egoístas… Temos muitos exemplos disso. Aquele viaduto em Beagá onde duas pessoas morreram, e que foi exemplo de dinheiro público mal investido, da falta de atenção com o trabalhador, o não seguimento explícito de medidas de segurança básica – e por aí vai…

E, voltando a falar de futebol (sem o mínimo conhecimento de causa), acredito que, mesmo que todos afirmem que não há substituto para o Neymar, que o Scolari ainda há de tirar um coelho da cartola. O alemão geralmente gosta de se preparar para o desconhecido, e agora temos a vantagem do desconhecido, temos que dar o famoso “jeitinho”. E é exatamente daí que temos que tirar nossa vantagem, mostrando nosso jogo de cintura – e gols vindos de outras pernas, inspiradas pelo Neymar.

Pessoalmente falando, é uma coincidência muito grande que o Brasil esteja jogando contra a Alemanha na minha cidade natal, perto do meu aniversário de 21 anos de Alemanha, quase a metadde da minha idade atual. É como o fechamento de um ciclo pessoal pra mim, um divisor de águas. Espero que o resultado seja favorável pra nós. Se não for, é porque não tinha que ser mesmo – sairemos de todo jeito de cabeça erguida, porque eu tenho certeza que nosso time vai dar tudo o que tiver pra dar. Será que vão colocar o mineirinho Bernard pra jogar? E, mais importante que futebol, espero atentamente que o resultado das urnas mostre que o brasileiro está apostando naquele que tem capacidade de fazer o bem pelo nosso país, tão carente de mudanças substanciais.

Brasil mostra a tua cara, quero ver quem paga, pra gente ficar assim! Brasil, qual é o teu negócio, o nome do teu sócio? Confie em mim, Brasil! Já dizia o bom Cazuza!…

P.S. em 09/07/14: Este foi o jogo em que o Brasil perdeu de 7×1 para a Alemanha… Este jogo vai entrar pra história!… Mas fui surpreendida pelo carinho e/ou respeito do povo daqui, perguntando como eu estava no dia seguinte ao jogo e dizendo que sente muito pelo resultado, que não precisava de tanto! Bom, mas venhamos e convenhamos, eles jogaram muito bem e, além do apagão dos brasileiros entre os 11 e os 35 min. do 1° tempo, não soubemos mostrar nem jogo nem defesa. Será que a Alemanha vai levar o título? Será que vamos jogar pelo 3° lugar contra a Argentina? Ah, que venham as urnas!…

::Pixel-Arte de Belo Horizonte::

30/06/2014

Acaba de passar aqui na Alemanha uma reportagem sobre um belohorizontino que adora retratar cenas do futebol e da Copa em pixels bem grandes. Se nao me engano, o nome dele era Matheos Toscano. Alguém pode confirmar? Nao tenho certeza se achei o site dele… Mas olhem só que original! 🙂 Diretamente de Belo Horizonte, uai!

A mordida do Suarez:

A cambalhota do Klose:

O Pepe dando uma cabecada no Müller:

E agora no jogo Alemanha x Algéria, quem vai ser o vencedor?
Deutschland_Algerien

::Apresentando… Mais um escritor na família!::

30/01/2014

Gente! E não e que meu tio me surpreende com um convite para participar do lançamento do seu livro? Fiquei felicissima por ele! Tio Miranda, bem-vindo ao grupo dos escritores da família! Vou querer um exemplar autografado, viu? 🙂

Aqui os detalhes do lançamento:

“AS AVENTURAS DO MIRANDINHA”, de Antonio Rocha Miranda.

“Quantas vezes você já escapou da morte iminente? Já pensou em abrir seu primeiro empreendimento com 6 anos de idade? Poderia voar caso se visse entre uma espingarda e uma cerca de chuchus? O que faria se alguém lhe acusasse de um furto que não cometeu? Como voltar para casa sem a roupa do corpo, que um guarda levou para a delegacia?
Ufa! Parece muito aperto para uma pessoa só, mas é apenas uma pitada das aventuras pelas quais Mirandinha atravessa buscando ser alguém na vida.
Será que ele vai conseguir chegar lá?
Você é o convidado especial de Mirandinha para percorrerem juntos inúmeras peripécias e façanhas ao longo da infância e adolescência desse personagem, que é totalmente real, fruto de uma biografia que virou livro.”

Lançamento: 08/02/14 de 10:00 às 13:00 horas
Local: Biblioteca Infantil e Juvenil de Belo Horizonte
Endereço: Rua Carangola, 288 – 30330-240 Belo Horizonte-MG

Se estiverem em Beagá, não deixem de prestigiá-lo! Vai valer com certeza a pena!!!! 🙂

::Belo Horizonte – uma foto por dia::

12/01/2014

Adorei este projeto, que divulga por dia uma foto da minha cidade natal, Beagá. Confira aqui.

::Não visite Inhotim, SINTA Inhotim!::

11/01/2014

Ainda não conheço Inhotim, que fica bem pertinho de Belzonte… mas a Maira, do blog Retratos e Relatos, foi lá pra conferir e voltou com histórias e fotos fantásticas! Fiquei com vontade de ir pra lá agora mesmo! Confira você mesmo aqui.

::Relembrando o passado – Maktub::

11/10/2013

Repassando algumas passagens da minha vida, a Alemanha ou sua história sempre estiveram me acompanhando, consciente ou inconscientemente.

Christiane F.

Quando jovem, eu li „Christiane F., drogada, prostituída“, que me livrou de qualquer envolvimento com drogas. Eu sonhava com a Europa e escrevi para todas as embaixadas em Brasília pedindo material informativo dos países. Abria aqueles folhetos bonitos, em papel de excelente qualidade, e ficava horas viajando nas fotos e nas informações, tão difíceis na era pré-internet. Eu morava numa rua cujo nome era tão feio, Felisberta Francisca de Carvalho, que chegava a me envergonhar. Mas, por incrível que pareça, a minha rua era paralela às ruas Alemanha e França, e ficava pertinho de várias outras ruas com nomes de países europeus, tais como Itália e Espanha!… Eu cresci morando na Europa, hehehehe…. Tive um namorado cujo apelido era „Alemão“. Li o livro da „Anne Frank“. Quis defender o socialismo na escola, fui a favor do capitalismo por conselho do meu irmão e acabei fazendo parte do grupo que ganhou a discussão, apesar de ter reconhecido no socialismo um sistema justo. Mais tarde entendi que era um sistema justo só pra alguns, enquanto que mesmo lá alguns eram mais iguais do que outros, como bem descreve George Orwell. Quando descobri que o Muro de Berlim era de verdade mesmo, fiquei abobada com a burrice do ser humano. Quando ouvi dizer que ele tinha caído, senti uma imensa felicidade. A Alemanha foi o 2° país que conheci, ainda na universidade. Foi onde me senti meio em casa, mesmo sem falar direito o idioma. Até que enfim o doce era tão doce quanto eu achava que deveria ser, pois tinha passado 23 anos comendo doce no Brasil tomando muita água, por sempre ter achado os doces brasileiros doces demais. Reconheci neste país algumas coisas das quais não gosto, mas também muitíssimas que admiro: a falta de corrupção, a noção clara de cidadania, a liberdade de ir e vir, a organização, a limpeza, o sistema social, as leis trabalhistas justas, a geografia e a arquitetura que me apetecem, o respeito e amor ao meio-ambiente. Me sinto bem do lado de cá, já há 20 anos. E fazendo esta pequena retrospectiva, percebo que já vivo aqui há quase o mesmo tempo que morei no Brasil. No meu peito batem dois corações.

::Orgulho de expatriada::

04/07/2013

Como expatriada brasileira não poderia deixar de seguir os últimos acontecimentos no Brasil. Passei as últimas semanas indo dormir tarde da madrugada pra participar pelo menos virtualmente das manifestações e pra mostrar aos brasileiros pelo Facebook o que estava sendo noticiado aqui e como o Brasil estava sendo retratado, como os de fora estavam entendendo o movimento.

Recapitulando, tenho a dizer que os organizadores das manifestações escolheram um momento altamente propício, pois a Copa das Confederações levou jornalistas dos quatro cantos do mundo ao Brasil.

Tenho que confessar que já não agüentava mais esse conformismo e passividade do povo brasileiro e tenho clara consciência de que agora a bolha estourou ou foi mesmo a última gota: o brasileiro não está mais disposto a pagar impostos altíssimos e receber péssima qualidade de serviço em vários setores: transporte, saúde, educação, etc.

O país parece não querer mais tolerar a corrupção. Este é um tema muito complexo que começa de baixo pra cima. Se eu gosto de andar en ruas limpas, não posso jogar papel no chão!!!

Assim como os turcos que moram aqui na Alemanha ficaram orgulhosos dos turcos na Turquia, nós brasileiros expatriados também nos solidarizamos com nossos compatriotas e sentimos uma ponta de orgulho também – e de vontade de poder estar no Brasil neste momento de transformação energética.

A caminhada é longa, é extensa, é mundial. Egito, Turquia, Brasil, Planeta Terra: #vamosprarua! O sistema socialista já caiu, o capitalismo selvagem também vai cair. Até o novo Papa Francisco já se sintonizou com a nova onda das reformas, indivíduos comuns como você e eu, como agora o Snowden, saem do anonimato e deixam sua vidinha pra trás pra lutar por algo maior do que eles, pela liberdade de expressão sem controle dos grandes, pra lutar por uma internet livre para todos, força motriz ou principal fonte das mudanças atuais pelo mundo.

O tsunami das mudanças está ativo. Só não vê quem não quer. O que está por vir só pode ser melhor, e eu quero estar aqui pra ver o mundo novo.

::Curiosidades brasileiras – o Brasil visto por um francês::

16/04/2013

Olivier Teboul, francês, 29 anos, mudou pra Belo Horizonte há um pouco mais de um ano e é um cara super bem-humorado. Vale a pena ler suas observações sobre o Brasil! 🙂 Tinha um bom tempo que não dava boas e altas gargalhadas!!! De uma forma divertida e bem humorada ele lista 65 pontos que lhe chamaram a atenção desde que mora em Beagá.

Rapidamente o post circulou na internet. E já foi lido por mais de 15 mil pessoas, com 1.582 comentários no blog dele só para este texto, no momento!

Confira os pontos listados por Olivier em seu blog:

Aqui são umas das minhas observações, as vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil. Nada serio.

-Aqui no Brasil, tudo se organiza em fila: fila para pagar, fila para pedir, fila para entrar, fila para sair e fila para esperar a próxima fila. E duas pessoas ja bastam para constituir uma fila.

-Aqui no Brasil, o ano começa “depois do Carnaval”.

-Aqui no Brasil, não se pode tocar a comida com as mãos. No MacDonalds, hamburger se come dentro de um guardanapo. Toda mesa de bar, restaurante ou lanchonete tem um distribuidor de guardanapos e de palitos. Mas esses guardanapos são quase de plastico, nada de suave ou agradável. O objetivo não é de limpar suas mãos ou sua boca mas é de pegar a comida com as mãos sem deixar papel nem na comida nem nas mãos.

-Aqui no Brasil todo é gay (ou ‘viado’). Beber chá: e gay. Pedir um coca zero: é gay. Jogar vólei: é gay. Beber vinho: é gay. Não gostar de futebol: é gay. Ser francês: é gay, ser gaúcho: gay, ser mineiro: gay. Prestar atenção em como se vestir: é gay. Não falar que algo e gay : também é gay.

-Aqui no Brasil, os homens não sabem fazer nada das tarefas do dia a dia: não sabem faxinar, nem usar uma maquina de lavar. Não sabem cozinhar, nem a nível de sobrevivência: fazer arroz ou massa. Não podem concertar um botão de camisa. Também não sabem coisas que estão consideradas fora como extremamente masculinas como trocar uma roda de carro. Fui realmente criado em outro mundo…

-Aqui no Brasil, sinais exterior de riqueza são muito comuns: carros importados, restaurantes caríssimos em bairros chiques, clubes seletivos cujos cotas atingem valores estratosféricas.

-Aqui no Brasil, os casais sentam um do lado do outro nos bares e restaurantes como se eles estivessem dentro de um carro.

-Aqui no Brasil, os homens se vestem mal em geral ou seja não ligam. Sapatos para correr se usam no dia a dia, sair de short, chinelos e camiseta qualquer e comum. Comum também é sair de roupas de esportes mas sem a intenção de praticar esporte. Se vestir bem também é meio gay.

-Aqui no Brasil, o cliente não pede cerveja pro garção, o garção traz a cerveja de qualquer jeito.

-Aqui no Brasil, todo mundo torce para um time, de perto ou de longe.

-Aqui no Brasil, sempre tem um padre falando na televisão ou na radio.

-Aqui no Brasil, a vida vai devagar. E normal estar preso no transito o dia todo. Mas não durma no semáforo não. Ai tem que ser rápido e sair ate antes do semáforo passar no verde. Não depende se tiver muitas pessoas atrás, nem se estiverem atrasados. Também é normal ficar 10 minutos na fila do supermercado embora que tenha só uma pessoa na sua frente. Ai demora para passar os artigos, e muitas vezes a pessoa da caixa tem que digitar os códigos de barra na mão ou pedir ajuda para outro funcionário para achar o preço de um artigo. Mas, na hora de retirar o cartão de credito, ai tem que ser rápido. Não é brincadeira, se não retirar o cartão na hora, a mesma moça da caixa que tomou 10 minutos para 10 artigos vai falar agressivamente para você agilizar: “pode retirar o cartão!”.

-Aqui no Brasil, os chineses são japoneses.

-Aqui no Brasil, a música faz parte da vida. Qualquer lugar tem musica ao vivo. Muitos brasileiros sabem tocar violão embora que não consideram que toquem se perguntar pra eles. Tem músicos talentosos, mas não tantos tocam as musicas deles. Bares estão cheios de bandas de cover.

-Aqui no Brasil, a política não funciona só na dimensão esquerda – direita. Brasil é um pais de esquerda em vários aspectos e de direita em outros. Por exemplo, se pode perder seu emprego de um dia pra outro quase sem aviso. Tem uma diferencia enorme entre os pobres e os ricos. Ganhar vinte vezes o salario minimo é bastante comum, e ganhar o salario minimo ainda mais. As crianças de classe media ou alta estudam quase todos em escolas particulares, as igrejas tem um impacto muito importante sobre decisões politicas. E de outro lado, existe um sistema de saúde publico, o estado tem muitas empresas, tem muitos funcionários públicos, tem bastante ajuda para erradicar a pobreza em regiões menos desenvolvidas do país. O mesmo governo é uma mistura de política conservadora, liberal e socialista.

-Aqui no Brasil, e comum de conhecer alguem, bater um papo, falar “a gente se vê, vamos combinar, ta?”, e nem trocar telefone.

-Aqui no Brasil, a palavra “aparecer” em geral significa, “não aparecer”. Exemplo: “Vou aparecer mais tarde” significa na pratica “não vou não”.

-Aqui no Brasil, o clima é muito bom. Tem bastante sol, não esta frio, todas as condicões estão reunidas para poder curtir atividades fora. Porem, os domingos, se quiser encontrar uma alma viva no meio da tarde, tem que ir pro shopping. As ruas estão as moscas, mas os shopping estão lotados. Shopping é a coisa mais sem graça do Brasil.

-Aqui no Brasil, novela é mais importante do que cinema. Mas o cinema nacional é bom.

-Aqui no Brasil, não falta espaço. Falam que o pais tem dimensões continentais. E é verdade, daria para caber a humanidade inteira no Brasil. Mas então se tiver tanto espaço, por que é que as garagens dos prédios são tão estreitos? Porque existe até o conceito de vaga presa?

-Aqui no Brasil, comida salgada é muito salgada e comida dolce é muito doce. Ate comida é muita comida.

-Aqui no Brasil, se produz o melhor café do mundo e em grandes quantidades. Uma pena que em geral se prepare muito mal e cheio de açúcar.

-Aqui no Brasil, praias bonitas não faltam. Porem, a maioria dos brasileiros viajam todos para as mesmas praias, Búzios, Porto de Galinhas, Jericoacoara, etc.

-Aqui no Brasil, futebol é quase religião e cada time uma capela.

-Aqui no Brasil, as pessoas acham que dirigir mal, ter transito, obras com atraso, corrupção, burocracia, falta de educação, são conceitos especificamente brasileiros. Mas nunca fui num pais onde as pessoas dirigem bem, onde nunca tem transito, onde as obras terminam na data prevista, onde corrupção é só uma teoria, onde não tem papelada para tudo e onde tudo mundo é bem educado!

-Aqui no Brasil, esporte é ou academia ou futebol. Uma pena que só o futebol seja olímpico.

-Aqui no Brasil, existe três padrões de tomadas. Vai entender porque…

-Aqui no Brasil, não se assuste se estiver convidado para uma festa de aniversário de dois anos de uma criança. Vai ter mais adultos do que crianças, e mais cerveja do que suco de laranja. Também não se assuste se parece mais com a coroação de um imperador romano do que como o aniversário de dois anos. E ‘normal’.

-Aqui no Brasil, nõ tem o conceito de refeição com entrada, prato principal, queijo, e sobremesa separados. Em geral se faz um prato com tudo: verdura, carne, queijo, arroz e feijão. Dai sempre acaba comer uma mistura de todo.

-Aqui no Brasil, o Deus esta muito presente… pelo menos na linguagem: ‘vai com o Deus’, ‘se Deus quiser’, ‘Deus me livre’, ‘ai meu Deus’, ‘graças a Deus’, ‘pelo amor de Deus’. Ainda bem que ele é Brasileiro.

-Aqui no Brasil, cada vez que ouço a palavra ‘Blitz’, tenho a impressão que a Alemanha vai invadir de novo. Reminiscência da consciência coletiva francesa…

-Aqui no Brasil, pais com muita ascendência italiana, tem uma lei que se chama ‘lei do silencio’. Que mau gosto! Parece que esqueceram que la na Itália, a lei do silencio (também chamada de “omerta”) se refere a uma pratica da mafia que se vinga das pessoas que denunciam suas atividades criminais.

-Aqui no Brasil, se acha tudo tipo de nomes, e muitos nomes americanos abrasileirados: Gilson, Rickson, Denilson, Maicon, etc.

-Aqui no Brasil, quando comprar tem que negociar.

-Aqui no Brasil, os homens se abraçam muito. Mas não é só um abraço: se abraça, se toca os ombros, a barriga ou as costas. Mas nunca se beija. Isso também é gay.

-Aqui no Brasil, o polegar erguido é sinal pra tudo : “Ta bom?”, “obrigado”, “desculpa”.

-Aqui no Brasil, quando um filme passa na televisão, não passa uma vez só. Se perder pode ficar tranquilo que vai passar mais umas dez outras vezes nos próximos dias. Assim já vi “Hitch” umas quatro vezes sem querer assistir nenhuma.

-Aqui no Brasil, tem um jeito estranho de falar coisas muito comuns. Por exemplo, quando encontrar uma pessoa, pode falar “bom dia”, mas também se fala “e ai?”. E ai o que? Parece uma frase abortada. Uma resposta correta e comum a “obrigado” e “imagina”. Imagina o que? Talvez eu quem falte de imaginação.

-Aqui no Brasil, todo mundo gosta de pipoca e de cachorro quente. Não entendo.

-Aqui no Brasil, quando você tem algo pra falar, é bom avisar que vai falar antes de falar. Assim, se ouvi muito: “vou te falar uma coisa”, “deixa te falar uma coisa”, “é o seguinte”, e até o meu preferido: “olha só pra você ver”. Obrigado por me avisar, já tinha esquecido para que tinha olhos.

-Aqui no Brasil, as lojas, o negócios e os lugares sempre acham um jeito de se vender como o melhor. Já comi em em vários ‘melhor bufe da cidade’ na mesma cidade. Outro superativo de cara de pau é ‘o maior da -América latina’. Não costa nada e ninguém vai ir conferir.

-Aqui no Brasil, tem uma relação ambígua e assimétrica com a América latina. A cultura do resto da América latina não entra no Brasil, mas a cultura brasileira se exporta la. Poucos são os brasileiros que conhecem artistas argentinos ou colombianos, poucos são os brasileiros que vão de ferias na América latina (a não ser Buenos Aires ou o Machu Pichu), mas eles em geral visitaram mais países europeus do que eu. O Brasil as vezes parece uma ilha gigante na América latina, embora que tenha uma fronteira com quase todos os outros países do continente.

-Aqui no Brasil, relacionamentos são codificados e cada etapa tem um rótulo: peguete, ficante, namorada, noiva, esposa, (ex-mulher…). Amor com rótulos.

-Aqui no Brasil, a comida é: arroz, feijão e mais alguma coisa.

-Aqui no Brasil, o povo é muito receptivo. E natural acolher alguem novo no seu grupo de amigos. Isso faz a maior diferencia do mundo. Obrigado brasileiros.

-Aqui no Brasil, o brasileiros acreditam pouco no Brasil. As coisas não podem funcionar totalmente ou dar certo, porque aqui, é assim, é Brasil. Tem um sentimento geral de inferioridade que é gritante. Principalmente a respeito dos Estados Unidos. To esperando o dia quando o Brasil vai abrir seus olhos.

-Aqui no Brasil, de vez em quando no vocabulário aparece uma palavra francesa. Por exemplo ‘petit gâteau’. Mas para ser entendido, tem que falar essas palavras com o sotaque local. Faz sentido mas não deixa de ser esquisito.

-Aqui no Brasil, tem um organismo chamado o DETRAN. Nem quero falar disso não, não saberia por onde começar…

-Aqui no Brasil, dentro dos carros, sempre tem uma sacola de tecido no alavanca de mudança pra colocar o lixo.

-Aqui no Brasil, os brasileiros se escovam os dentes no escritório depois do almoço.

-Aqui no Brasil, se limpa o chão com esse tipo de álcool que parece uma geleia.

-Aqui no Brasil, a versão digital de ‘fazer fila’ e ‘digitar codigos’. No banco, pra tirar dinheiro tem dois códigos. No supermercado, o leitor de código de barra estando funcionando mal tem que digitar os códigos dos produtos. Mas os melhores são os boletos pra pagar na internet: uns 50 dígitos. Sempre tem que errar um pelo menos. Demora.

-Aqui no Brasil, o sistema sempre ta “fora do ar”. Qualquer sistema, principalmente os terminais de pagamento de cartão de credito.

-Aqui no Brasil, tem um lugar chamado cartório. Grande invenção para ser roubado direito e perder seu tempo durante horas para tarefas como certificar uma copia (que o funcionário nem vai olhar), o conferir que sua firma é sua firma.

-Aqui no Brasil, parece que a profissão onde as pessoas são mais felizes é coletor de lixo. Eles estão sempre empolgados, correndo atrás do caminhão como se fosse um trilho do carnaval. Eles também são atletas. Tens a energia de correr, jogar as sacolas, gritar, e ainda falar com as mulheres passando na rua.

-Aqui no Brasil, pode pedir a metade da pizza de um sabor e a metade de outro. Ideia simples e genial.

-Aqui no Brasil, no tem agua quente nas casas. Dai tem aquele sistema muito esperto que é o chuveiro que aquece a agua. Só tem um porem. Ou tem agua quente ou tem um débito bom. Tem que escolher porque não da para ter os dois.

-Aqui no Brasil, as pessoas saem da casa dos pais quando casam. Assim tem bastante pessoas de 30 anos ou mais morando com os pais.

-Aqui no Brasil, tem três palavras para mandioca: mandioca, aipim e macaxeira. La na franca nem existe mandioca.

-Aqui no Brasil, tem o numero de telefone tem um DDD e também um numero de operadora. Uma complicação a mais que pode virar a maior confusão.

-Aqui no Brasil, quando encontrar com uma pessoa, se fala: “Beleza?” e a resposta pode ser “Jóia”. Traduzindo numa outra língua, parece que faz pouco sentido, ou parece um dialogo entre o Dalai-Lama e um discípulo dele. Por exemplo em inglês: “The beauty? – The joy”. Como se fosse um duelo filosófico de conceitos abstratos.

-Aqui no Brasil, a torneira sempre pinga.

-Aqui no Brasil, no taxi, nunca se paga o que esta escrito. Ou se aproxima pra cima ou pra baixo.

-Aqui no Brasil, marcar um encontro as 20:00 significa as 21:00 ou depois. Principalmente se tiver muitas pessoas envolvidas.

-Aqui em Belo Horizonte, e a menor cidade grande do mundo. 5 milhões de habitantes, mas todo mundo conhece todo mundo. Por isso que se fala que BH é um ovo. Eu diria que é um ovo frito. Assim fica mais mineiro.

Sensacional, coisas simples que a gente nem nota.

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Fonte: (O outro) diario do Olivier, post de 09/04/13.


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