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::Um dia especial, uma despedida e uma enquete::

Queridos leitores,

Hoje à noite recebi um grande presente, daqueles que pra mim não tem igual, pois ele veio do “meu mundo”, do mundo das palavras. Finalmente um leitor alemão, o Burkhardt, marido da Evelyne da Bahia, comentou muito positivamente sobre o livro e me deu apoio para que o traduza completamente para o idioma alemão, sem deixar nenhum texto de fora. Devo confessar que ainda estava muito insegura quanto a esta decisão e esse feedback veio 100% a calhar, foi portanto um presentão pra mim. Muito obrigada novamente, Burkhardt e Evelyne!!!

Mudando de assunto, estarei de férias por duas semanas na Espanha, e também de férias daqui do blog, como escritora e do trabalho. Serei só mãe, esposa e turista por duas semanas. A despedida, portanto, é temporária! Durante este período, para quem quiser fazer pedidos de livros, pode fazê-lo aqui na Alemanha através da LiBrasil e no Brasil, com envio para todo o território nacional, diretamente com a minha mãe Eny através do endereço ilha.dosol[arroba]uol.com.br (substitua [arroba] por @). A mãe da Mineirinha cuida direitinho dos pedidos e atende os leitores tão bem quanto a própria Mineirinha! 😉

Por último, queria deixar uma enquete aqui, para que vocês dêem suas contribuições e continuem a discussão, mesmo na minha ausência. Tinha prometido ao consul brasileiro em Munique que comentaria sobre a próxima II Conferência “Brasileiros no Mundo”, que acontecerá no Rio de Janeiro de 27 a 28 de agosto próximo. Documentos da I Conferência podem ser encontrados aqui. O objetivo do segundo encontro é discutir quais são as necessidades dos brasileiros no exterior e o que pode ser feito concretamente por nós. E é aí que entra a sua, a nossa contribuição: deixe no comentário, sob a sua perspectiva, o que você queria que melhorasse quanto à sua situação de brasileiro emigrante, e onde você acha que o governo brasileiro poderia investir em nosso favor. Eu vou deixar aqui dois exemplos, só para aguçar a discussão:
– Somos 4 milhões de brasileiros no exterior, mas deles só 100.000 pessoas votam. Deveria ser possível votar por correspondência, assim participaríamos ativamente da escolha de nossos representantes no Brasil;
– A Rosanna Gebauer, a presidente da DBKV (Associação Cultural Teuto-Brasileira de Munique), sugeriu que exista mais continuidade nos trabalhos entre associações brasileiras e consulados/conselhos de cidadãos. E que o quadro de funcionários nos consulados seja aumentado, assim como sua capacitação para lidar com o público.
E quanto a você, qual é a sua opinião? Participe do enquete, que eu repassarei ao Diretório das Comunidades Brasileiras no Exterior, e até logo!

P.S.-A pedido da Maira incluo aqui tópicos para que vocês possam deixar suas opiniões, que vão muito além do tratamento recebido em consulados:
– aumento dos acordos bilaterias de previdência (quem mora no exterior muitos anos gostaria de poder juntar suas duas aposentadorias);
– assuntos culturais (nós, como brasileiros no exterior temos interesse em divulgar nossa cultura – como essa divulgação poderia ser facilitada);
– questões científicas (p.ex. a união de especialistas brasileiros em várias áreas de conhecimento espalhados pelo mundo, para o progresso da ciência);
– escolha do “Emigrante do Ano”, como já li que existe em outros países, para divulgar exemplos a serem seguidos;
– manutenção de documentos: CPF, carteira de motorista, título eleitoral – como facilitar esse processo para brasileiros no exterior (eu, por exemplo, não tenho mais carteira de motorista brasileira porque decidiram que quem a deixasse vencer, teria que repetir os testes para tirá-la novamente… e para renovar o título em dezembro foi tão terrível… mas isso eu conto depois – dá um post…);
– facilitação do processo de reconhecimento de separação no exterior (o meu demorou 2 anos e foi bem caro, exigindo idas do advogado a Brasília, dentre outros percalços);
– questões ligadas ao retorno do brasileiro ao Brasil;
– Enfim, tudo ligado à vida do brasileiro, onde quer que ele esteja no mundo e independente do seu tempo de permanência, para que possa exercer melhor seus direitos de cidadania.

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35 Respostas to “::Um dia especial, uma despedida e uma enquete::”

  1. Taty Says:

    Ah, com certeza… o pessoal do consulado as vezes nos vê como problema… lembro uma vez na argentina que minha amiga teve o passaporte roubado na virada do ano e precisava voltar para o brasil no dia 2…. ela quase teve que implorar para que a ajudasse e só conseguiu ois os parentes no brasil interferiram via brasília… se fôssemos americanos no consulado americano teríamos atendimento VIP… é triste como tratam os próprios brasileiros… se estamos indo lá é pq precisamos… e não pq somos folgados ou algo do tipo…

    • Sandra Santos Says:

      Oi Taty,
      A questao do atendimento do brasileiro em situacoes extremas é também um tópico que deveria ser analisado. Aqui na Alemanha tinha ficado sabendo de uma brasileira que estava muito doente,era desprovida de meios e precisava voltar ao Brasil para tratamento e o consulado se negou ajudá-la. Os brasileiros do local tiveram que juntar o dinheiro para que ela pudesse voltar pra casa.
      Quanto a perder passaporte no exterior, minha mae já perdeu e acho que foi bem atendida.
      Um beijo e até logo,
      Sandra

  2. Maira Says:

    Xiiii Sandra, eu juro que queria (pra variar) dar pitaco, mas até agora meus únicos problemas foram com as autoridades alemas e com os alemaes…hahahaha… Algumas vezes que precisamos do consulado brasileiro foi tudo, de verdade, maravilhoso! Sempre fomos super bem atendidos e os processos foram resolvidos com rapidez, eficiência e uma simpatia que só faz aumentar a saudade. Mas já ouvi muitos brasileiros reclamar, ou seja, acho que depende muito da posicao do brasileiro aqui: se tem trabalho de alta qualificacao, se é casado(a) com alema(o) e assim vai. Fora que depende do humor do atendente no dia também. Sobre o processo de votacao por correspondência, nao acho que seja possível e acho que quem nao vota é, muitas vezes, porque nao tem interesse nenhum mesmo. Sou suspeita pra falar, pois acho que o voto nao deveria ser obrigatório. Mas ai já é outra discussao. Mas uma coisa eu queria: coco verde com água geladinha!!!! ((((-:

    Deixando as brincadeiras de lado, será que poderia nos dar tópicos sobre o que opinar, pois eu na minha santa ignorância nao sei o que poderia pedir a mais do governo brasileiro, morando no exterior por escolha própria. Mas se eu morasse no Brasil, affff… a lista nao ia caber nesse site. Tadinhos deles quando eu voltar. (((-:

    Bjks e ótimas férias!!! Má.

    • Sandra Santos Says:

      Oi Maira,
      Concordo com vc que o voto nao deveria ser obrigatório (pelo menos meu problema com o título eleitoral seria eliminado desta forma), mas esta questao envolve todos os brasileiros e nao só os morando no exterior.
      Quanto a votar por correspondencia, sua opiniao nao condiz, pelo menos nem sempre. Eu, por exemplo, adoraria votar e exercer meu poder de cidada, mas para votar (ainda mais em dois turnos) deveria ir a Munique duas vezes arcando com todos os gastos da viagem, sem falar nas férias que seriam necessárias. Um brasileiro que conheci gastou 250 euros para votar! A questao é que nem sempre o brasileiro mora em uma cidade onde há consulado do Brasil, como no meu caso, onde o consulado mais próximo fica a 5 horas de viagem.
      A seu pedido deixei várias outros pontos para discussao e agradeceria pela sua opiniao sobre eles.
      Até logo e beijos,
      Sandra

  3. Maira Says:

    Ahhh… mas no consulado alemao em SP foi um parto. Toda vez que tinha que voltar lá, rezava antes 15 pai nosso e 25 ave maria. Nao sei se era preconceito por causa do meu sobrenome alemao ou o quê. Sei lá, acho que eles achavam que eu era uma daquelas que estao “lutando pela cidadania”, casando com alemao só por causa do status e da possibilidade de morar na europa (atencao, eu disse algumas e nao todas). Sei que observei que com as pessoas que estavam vindo pra estudar nas universidades o tratamento era VIP e pra todas as outras, principalmente as descendentes afro-brasileiras, o tratamento era “furchtbar”! Na minha última visita sai aliviada de nao ter que voltar lá mais. Assim espero. (((-:

  4. Glenda Says:

    Olá! Acompanho seu blog há algum tempo e gostaria de te perguntar se não queres fazer “publicidade” do teu livro no blo0g comunitário do qual participo, o Brasil com Z.
    É um blog sobre viajantes e pessoas que moram fora do Brasil. Este mês estamos recrutando pessoas legais e aleatórias para escrever post interessantes! Se quiseres participar, me dá um toque que te digo mais coisas. ABração!

    • Sandra Santos Says:

      Oi Glenda,
      Pensei no seu blog hoje de manha, conversando ao telefone, e comentei da sua página profissional, que acho muito bonita… E ao abrir minha página, leio uma notícia sua! hehehehe 🙂
      Claro que teria prazer em contribuir, mas teremos que conversar sobre isso daqui a duas semanas, pois hoje à noite estou indo aí pras suas bandas passar férias.
      Vc entra em contato novamente depois de 06/06?
      Um beijo e bom final de semana,
      Sandra

      • Glenda Says:

        Que coisa! Transmissão de pensamento então! Ok, mais próximo do teu retorno de envio um email contando mais o menos o que pensei…
        Boa viagem! 🙂

      • Sandra Santos Says:

        Oi Glenda,
        Estou de volta e aguardando sua proposta.
        Um beijo,
        Sandra

  5. Maira Says:

    Nossa Sandra… desculpa… fui tomar banho e fiquei pensando que realmente me expressei mal e transferi um problema daqui no ponto de vista de alguém que mora no Brasil. Mas nao tive tempo de me desculpar antes de vc responder e agora tô me sentindo péssima. Qdo li entendi que o benefício seria para quem mora fora do Brasil, mas só agora vc deixou claro que a idéia é extender à todos e ai concordo, pois acho um absurdo a dificuldade de muitas pessoas no Brasil na hora de votar, terem que pegar mil conducoes e outras nao poderem ir votar por terem dificuldades com a saúde. Ai qdo li sobre ter a possibilidade das pessoas no exterior votarem por correspondência, achei sim uma possibilidade difícil e até mesmo injusta, caso a vantagem nao seja extendida tb aos brasileiros que moram de fato no país.

    De verdade, desculpa pelo minha péssima colocacao. Nao sei se vou opinar mais Sandra, pois eu nao consigo pensar como uma estrangeira em relacao ao Brasil. Eu sempre me coloco no lugar das pessoas que moram lá e continuo defendendo os direitos de quem está lá, pois nao pretendo ficar aqui. Sendo assim, minhas opinioes serao sempre diferentes e acabo nao acrescentando nada de verdade nessas discussoes. Na verdade eu ajudo a dar IBOPE, pois sempre pareco ser do contra…hehehe… Mas nao é, só nao estou na mesma sintonia. Só isso. Bjks! Má

    • Sandra Santos Says:

      Oi Maira,
      Nao há porque se desculpar, pois todos temos o direito de nos expressar e vc acrescenta sim colocando suas idéias pra fora e iniciando a discussao. O fato de nao ficar aqui pra sempre nao te impede de pensar como uma “exilada”, ainda que temporariamente, certo? O que vc achou das outras idéias?
      Um beijo e bom final de semana,
      Sandra

  6. Maira Says:

    Sandra, tenho que me desculpar sim, pois hoje acordei muito triste e cansada e acabei mais uma vez sendo impulsiva e escrevendo sem pensar. Estou cansada de ser estrangeira. Enfim, pelo menos por enquanto (até a revolta e a tristeza passar) prefiro nao opinar mais em nada relacionado à vida no estrangeiro. Só conto os dias para que eu esteja de volta à minha terra, onde eu sinto que pertenco. Só isso. Bjks, Má.

  7. Evelyne Says:

    Nós é que agradecemos pela oportunidade de ler o seu livro. De dividir um pouco do “seu mundo” conosco.

    Fazendo o papel de esposa: ele escreve bem, não é? Já imaginava a sua reação. 😀

    Conte conosco!

    Beijos e boas férias!

  8. arlete soffiatti Says:

    Ola, Sandra,

    Este ano, o Brasil e a Alemanha firmaram acordo de previdencia. De uma olhada no site:

    http://www.previdenciasocial.gov.br/vejaNoticia.php?id=32817

    Bjs

  9. ceci Says:

    Oh Mineirinha, você e suas idéias: genial!!! Deu até vontade de participar deste Congresso e levar tudo isso pessoalmente e tudo assinado por nós 😉
    Olha, um problema grande aqui na nossa regiao: Muitas brasileiras, mulheres que nao falam a língua alema, algumas prostitutas, algumas ‘trazidas’ por alemaes e suícos para cá e algumas que acredito nem saber ler em português. Elas nao se integram na cultura alema e por consequência seus filhos dificilmente o farao. Isso me deixa triste, gostaria de ajudá-las de alguma maneira. Outra consequência disso é a má impressao que o brasileiro causa no exterior, principalmente em Portugal onde o numero de Brasileiras na protituicao é grande. Sei que algumas nao querem ajuda mas acho que a maioria nao acredita em si mesma. Minha idéia seria, aulas de português e alemao para elas, palestras sobre as diferencas culturais, ensinar a cultura brasileira que elas nunca tiveram oportunidade de conhecer. Mas principalmente ajudar na educacao destas criancas que ficam jogada num país diferente sem absorver a cultura deste país e sem mesmo ter conhecido a rica cultura brasileira.

    É isso.

    beijos e boa viagem!
    Ceci

  10. ceci Says:

    esta dica da arlete foi muito legal! eu trabalhei apenas 6 aninhos no brasil antes de vir para cá, talvez eu ganhasse alguns centavinhos né? seria legal! beijos a todas/todos!
    Ceci

  11. arlete soffiatti Says:

    Tirar carteira de motorista aqui, pra mim, foi um parto, pois, como todo brasileiro, tive que passar por todo o processo. Isso depois de ser motorista por mais de 20 anos, no Brasil.
    Fiquei me sentindo pior ao saber que uma conhecida tentou 5 vezes tirar carta de motorista no Brasil e nao conseguiu. Depois, imigrou ilegalmente para os Estados Unidos, falsificou documentos la, tirou carteira de motorista americana, que é muito mais facil do que no Brasil e casou com um americano, que veio trabalhar aqui aqui na DHL. E aqui ela so fez o teste escrito. Fiquei p. Mas pelo menos passei. So que quando fui buscar a minha carteira, eles exigiram que eu entregasse a minha carteira brasileira, dizendo que eu nao posso ter uma carteira em cada lugar que eu more. Achei um absurdo,mas como a minha carteira estava pra vencer, nao levei a questao adiante. Quando fui para o Brasil, fiz outra. Nao foi tao demorado assim, nao, Sandra. Tirei em 3 dias. Em um dia fiz o teste escrito e o exame medico, no poupatempo da minha cidade e entreguei os papeis. Retirei a carteira em 2 dias.
    Boas ferias
    bjs

    • Sandra Santos Says:

      Engracado, Arlete. Naquela época eu nao tive que entregar minha carteira de motorista brasileira. Nem me perguntaram por ela. Só comentaram que, por eu já ser motorista por 7 anos, teria mais experiencia nas estradas do que uma iniciante.
      Obrigada pelos votos de boas férias. Agora mesmo publico um relato!
      Outro beijo,
      Sandra

  12. arlete soffiatti Says:

    Exigiram a sua carteira brasileira, quando voce tirou a alema?
    Se isso for uma regra, tem como ser mudada?

    • Sandra Santos Says:

      Oi Arlete,
      Na minha época eu perdi, por informacao incorreta, o tempo máximo para reconhecimento da carteira brasileira aqui na Alemanha e tive que tirar uma nova carteira alema, passando a ter duas. Agora, pelo fato da minha carteira brasileira nao ter mais validade, fiquei só com a alema. Nao sei se a regra da qual tomei conhecimento poderia ser mudada. No Brasil me disseram que eu teria que refaze-la para que pasasse a ter validade.
      Um beijo,
      Sandra

      • arlee soffiatti Says:

        Oi, Sandra,
        Eu tirei a minha carteira aqui ha tres anos e nao se pode mais reconhecer a carteira brasileira simplesmente, mas voce tem que apresenta-la de qualquer forma.Agora, por que recolheram a minha é uma pergunta que nao quer calar, mas nao dei ouvidos. Bjs.

      • Sandra Santos Says:

        De qualquer maneira, muito estranho isso, Arlete. Por que razao um órgao alemao teria o direito de recolher um documento retirado sob a jurisdicao de outro país, cuja existencia nao incomoda ninguém???
        Um abraco,
        Sandra

  13. Reflexos Says:

    Boas férias.
    Descansa e diverte-te.
    BJocas

  14. C.A.Margonper Says:

    Sandrinha, já viste como o teu livro está a sair-se tão bem? Vais dar palestras e tudo (suponho que tenha lago a ver com o livro), e agora há um genuíno alemão que te deu uma opinião sobre o livro. Parece que sempre vais traduzir tudo, então, né?

    As questões que colocas (como sugestões) em relação aos brasileiros vivendo fora do país fazem-me pensar. Tens algumas boas ideias, que poderia ser implementadas também aos portugueses vivendo no exterior.

    Boas férias e diverte-te. 🙂

    • Sandra Santos Says:

      Oi Claudia,
      Pois é, o meu pequeno projeto está crescendo mais do que eu imaginava! Tomei até coragem de comecar a traducao e agora, de computador novo, esta semente vai brotar de vez.
      Obrigada por seu apoio. Gosto muito de te ler.
      Um beijo,
      Sandra

  15. Paula Says:

    só passei pra te deixar “Boas férias!”

  16. Flavia Says:

    Que bacana a questão da tradução! Sinal de que é bom mesmo!

    Amo a Alemanha, mas não moroa aí, então, sem sugestões rs. Volto mais vezes, beijocas.

  17. gilda della corte Says:

    adorei este blog,tambem sou mineira,e moro na alemanha,lendo alguns comentarios sobre o nosso consulado aqui na alemanha,tbm fui mto mal recebida por pedir ao funcionario uma informacao como preencher o fornulario que eles tem na internet que nao bate com os muneros de alguns docs.Fiquei tai irritada que perguntei a me mesmo:a quem vou recorrer se eles nao dar nemhuma informacao ,e o consulado que eu pedir informacao fica em monique,e olha que cara que me atendeu e mineiro tbm. bjos

    • Sandra Santos Says:

      Oi Gilda,
      Obrigada pela visita. Se é mineira, vai gostar ainda mais de ler o livro da sua conterranea! 🙂 Leia mais sobre ele na secao de “Opinioes dos leitores”.
      Um beijo de mineira pra mineira, com direito a pao de queijo e cafezinho,
      Sandra

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